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Vitória de Santo Antão contará com quatro deputados estaduais a partir de 2015

                              
O município de Vitória de Santo Antão volta a ocupar posição de destaque na política estadual. A partir de janeiro de 2015, quatro deputados do município passam a ocupar cadeiras na Assembleia Legislativa do Estado. Os deputados Aglailson Júnior (PSB) e Henrique Queiroz (PR) conseguiram renovar seus mandatos - este último emplacou sua 10º vitória. Joaquim Lira (PSD) e Dr. Valdi (PP) serão os vitorienses que farão estréia na Casa Joaquim Nabuco.

O ranking dos seis mais votados na cidade foi ocupado por Joaquim Lira (27.711), Aglailson Júnior (12.520), Henrique Queiroz (7.099), Cleiton Collins (3.409), Adalto Santos (3.050) e Dr. Valdi (1.406).

A nível de estado, os quatros deputados representantes de Vitória ocuparam as oitava, vigésima, vigésima oitava e quadragésima quinta posições, respectivamente, Joaquim Lira (67.584 votos), Henrique Queiroz (50.886 votos), Aglailson Júnior (44.781 votos) e Dr. Valdi (25.550 votos).

Abaixo confira os dez deputados estaduais mais votados em Vitória:

Joaquim Lira – 27.711 (39,42%)
Aglailson Júnior – 12.520 (17,81%)
Henrique Queiroz – 7.099 (10,10%)
Pastor Cleiton Collins– 3.409 (4,85%)
Presbítero Adalto Santos  – 3.050 (4,34%)
Dr. Valdi – 1.406 (2,00%)
André Carvalho – 1.392 (1,98%)
Bispo Ossésio Silva – 999 (1,42%)
Rildo Braz - 340  (0,48%)
Augusto Cézar– 309 (0,44%).

Com 97% das urnas apuradas, confira a lista dos prováveis 49 deputados estaduais de Pernambuco

Com 97,75% das urnas apuradas, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulga a provável lista dos 49 deputados estaduais eleitos em Pernambuco. Com 212.937 votos até o momento (4,74%), Pastor Cleiton Collins (PP) é o estadual votado no estado. Em segundo lugar, Presbitero Adalto Santos (PSB) aparece com 155.545 votos (3,46%). Fechando o pódio, vem Raquel Lyra (PSB) com 80.169 votos (1,78%). Confira abaixo a lista dos 49:

1. Pastor Cleiton Collins (PP)

2. Presbitero Adalto Santos (PSB)

3. Raquel Lyra (PSB)

4. André Ferreira (PMDB)

5. Simone Santana (PSB)

6. Guilherme Uchôa (PDT)

7. Joaquim Lira (PSD)

8. Silvio Costa Filho (PTB)

9. Rodrigo Novaes (PSD)

10. Alberto Feitosa (PR)

11. Nilton Mota (PSB)

12. Odacy Amorim (PT)

13. Lucas Ramos (PSB)

14. Waldemar Borges (PSB)

15. Miguel Coelho (PSB)

16. Manoel Santos (PT)

17. Eriberto Medeiros (PTC)

18. Lula Cabral (PSB)

19. Henrique Queiroz (PR)

20. Francismar (PSB)

21. Bispo Ossesio Silva (PRB)

22. Vinícius Labanca (PSB)

23. Claudiano Filho (PSDB)

24. Aluísio Lessa (PSB)

25. Clodoaldo Magalhães (PSB)

26. Priscila Krause (DEM)

27. Júlio Cavalcanti (PTB)

28. Diogo Moraes (PSB)

29. Aglailson Júnior (PSB)

30. José Humberto Cavalcanti (PTB)

31. Rogério Leão (PR)

32. Álvaro Porto (PTB)

33. Ângelo Ferreira (PSB)

34. Tony Gel (PMDB)

35. Romário (PTB)

36. Ricardo Costa (PMDB)

37. Antônio Moraes (PSDB)

38. Pedro Serafim Neto (PDT)

39. Maviael Cavalcanti (DEM)

40. Marcantonio Dourado (PSB)

41. Socorro Pimentel (PSL)

42. Teresa Leitão (PT)

43. Augusto César (PTB)

44. Isaltino (PSB)

45. Roberta Arraes (PSB)

46. Laura Gomes (PSB)

47. Botafogo (PDT)

48. Paulinho Tome (PT)

49. Anchieta Patriota (PSB)

 

Marina Silva vota em Rio Branco, no Acre



Depois de votar, a ex-ministra posou para fotos. A candidata votou às 8h40 no horário local
A candidata do PSB à Presidência, Marina Silva, votou nesta manhã em Rio Branco, no Acre, vestindo amarelo. Depois de votar, a ex-ministra posou para fotos. O Acre está duas horas atrás do horário de Brasília, devido ao fuso, portanto a candidata votou às 8h40 no horário local.

A expectativa é de que Marina viaje em seguida para São Paulo, onde ela vai acompanhar a apuração dos votos e dará uma coletiva de imprensa à noite.link

O VICTORIENSE JORNAL QUE CIRCULOU EM NOSSA CIDADE EM DÉCADA PASSADAS


O VICTORIENSE - Jornal Noticioso e Comercial - Publicação 
iniciada a 5 de novembro de 186677, não restam comprovantes dos três 
primeiros anos de sua vivência. 
 Existe, nos escaninhos da Biblioteca Pública Estadual, exemplar do 
nº 46, ano IV, de 20 de novembro de 1869. Impresso em tipografa 
própria, situada à rua Imperial, 27, apresentou-se em formato 37 x 26, 
com quatro páginas de três colunas de 14 cíceros. Trazia sob o título uma 
faixa de composição miúdo, contendo o expediente — “Publica-se uma vez 
por semana. Assina-se a 3$000 por trimestre (pagos adiantados)” — e 
informes sobre as audiências do Juiz Municipal. 
 Não inseriu editorial que fornecesse uma idéia das tendências 
políticas ou apolíticas do primeiro jornal do município, fundado e redigido 
por Antão Borges Alves. Abriu a primeira página a seção “Atos Oficiais”, 
seguindo-se-lhe “Revista Semanal”, constituída de noticiário; folhetim, 
transcrição, variedades, a continuação dos Estatutos da Sociedade Recreio 
Teatral Vitoriense, editais e anúncios. 
 Transferida a pesquisa para Vitória de Santo Antão, foi possível 
manusear, na biblioteca do Instituto Histórico local, números esparsos e 
muito raros d’O Victoriense, que vêm sendo, pouco a pouco, consumidos 
pelo tempo. Assim o nº 24, ano IV, de 25 de junho de 1870, 

77Cf. Alfredo de Carvalho, in “Anais da Imprensa Periódica Pernambucana - 1821/1908”. 
Cometeu um lapso o historiador José Aragão - “A imprensa periódica da Vitória de Santo 
Antão”, in vol. I da Revista do Instituto Histórico da Vitória de Santo Antão. 1954, ao 
mencionar, à página 178, esta cidade como tendo sido a sexta, do interior de 
Pernambuco, a ter jornal. Não, foi a quinta, com O Victoriense. Coube o sexto lugar a 
Goiana, porque O Oriente, fundado a 8 de julho de 1866, era jornal recifense, só 
transferido para lá em 1868. 

acompanhando o ritmo do precedente, mas adotando tabela completa de 
assinaturas, a saber: ano -12$000; semestre - 6$000; trimestre - 3$000. 
De algumas edições resta, apenas, a folha correspondente às 
páginas 3 e 4, como prova de pagamento de matéria do tipo “Solicitadas”. 
Numa delas vê-se publicado um Edital, tendo à margem o recibo abaixo 
transcrito, devidamente selado, datado de 18 de maio de 1874 e assinado 
por Antão Borges Alves: “Recebi do Sr. Dr. Afonso José de Oliveira a 
quantia de seis mil réis (6$000), da publicação do edital de arrematação 
do engenho Mocotó”. 
Outros comprovantes d’O Victoriense, com todas as quatro páginas, 
embora mutiladas: nºs 19, 20 e 32, de 8 e 15 de maio e 10 de agosto de 
1875, achando-se transferida a tipografia, junto ao escritório, para o nº 8 
da mesma rua Imperial. Constava do sub-título: “Gazeta Noticiosa do 
Interior de Pernambuco”. No terceiro dos mencionados iniciava-se novo 
folhetim: “Uma história de sonhos”, com a assinatura Verba Volant. 
Formato aumentado, páginas com quatro colunas de composição. 
Passa-se para os nºs 35 e 45, de 25 de agosto e 10 de novembro de 
1877. Mudara o sub-título para: Jornal Noticioso e Comercial, como 
dantes. Novo endereço: rua Imperial, 43. Não deixou de constar, jamais, 
o nome do proprietário - Antão Borges Alves. 
Voltando à Biblioteca Pública do Estado, lá existem, ainda, os nºs 7 e 
8, datados, respectivamente, de 2 e 9 de março de 1878. A par da 
matéria de rotina, divulgava o folhetim “Solfa em lamiré”, a cargo de 
Solfaute, especializado em criticar o “pasquim conservador”, ou seja, A 
idéa Conservadora (outro jornal da cidade), além da colaboração política 
de Justus e de comentários redacionais, no mesmo sentido. 

Segundo, ainda, Alfredo de Carvalho, no estudo Gênese e progressos 
da arte tipográfica em Pernambuco”, lª parte do volume dos “Anais”, 
página 49, O Victoriense, “que, de 1870-76 (ver nota ao pé da página), 
teve o título mudado para Correio de Santo Antão, publicou-se 
regularmente até fins de 1878, quando o seu proprietário e principal 
redator, mudando-se para Glória do Goitá, para lá transportou a mesma 
imprensa e deu à luz O Goytaense”. 
Decorridos 61 anos, reapareceu O Victoriense - nº 1, ano LXXII - a 8 
de julho de 1939, em formato 48 x 32, com quatro páginas e lisonjeiro 
aspecto material, tendo a redação e as oficinas instaladas à rua Barão do 
Rio Branco, 90 e na praça Leão Coroado, 9, respectivamente. Diretor - 
José Aragão Bezerra Cavalcanti. Tabela de assinaturas: ano - 12$000; 
semestre - 6$000; mês - 1$000. Preço do exemplar - 0$300. 
Aludindo ao retorno do primeiro jornal fundado na cidade, escreveu a 
redação, no editorial de abertura: 

O Victoriense corporificou o ideal de um batalhador; satisfez aos anseios de uma 
geração sequiosa de luz; foi o primeiro lampejo da inteligência em nossa terra, o 
marco mais profundo de nossas conquistas, o precursor de nossas vitórias nas lides 
do pensamento. Por que, pois, em se tratando de imprensa, Vitória, deixar em 
triste olvido, na poeira dos séculos, o nosso primeiro jornal, filho legítimo da nossa 
inteligência com o nosso coração? 
Ainda da primeira página constaram notas biográficas, com clichê, do 
redator-fundador e uma carta do respectivo filho, de igual nome, 
autorizando o professor José Aragão a fazer ressurgir O Victoriense, 
cedendo-lhe todos os direitos sobre o respectivo título. 
A edição inseriu bastante matéria, a salientar a colaboração de Mário 
de Farias Castro, Joseph d’Alemmar (pseudônimo de Manuel de Holanda 
Cavalcanti), Cícero Galvão, Severino Lira, Miss Elania (como se ocultava 
Maria Isabel de Holanda) e F. Moura; as seções “O que O Vitoriense
publicava em 26/06/1875”; “Calendário Cívico”; “Seção Religiosa”; “Vida 
Administrativa”; “Vida Esportiva” e “Notas Sociais”, e alguns anúncios. 
Prosseguiu a publicação, ora semanal, ora quinzenal, incluida nova 
seção: a “Coluna Feminina”, a cargo de Mary Ann. Vieram as 
“Informações Uteis”; mais a divulgação de produções de Pelópidas de 
Arroxelas Galvão, Crispim Alves, Lamartine de Farias Castro, Francisca 
Sena, padre José Pessoa, além dos artigos e crônicas do diretor, assinados 
ou não. Ocorriam, ainda, pelo tempo afora, “Perfis”, em versos, por 
Iolanda; “Cócegas”, de Vinicius (outro travesti de Manuel Holanda); 
“Ritmos do Século” e “Jóias Literárias”. 
Sem passar das quatro páginas habituais, O Victoriense comemorou, com seu nº 33, de 13 de julho de 1940, o transcurso do primeiro 
aniversário da nova fase. Segundo o editorial alusivo, houve, no decurso 
da jornada, “injustiças e compreensões”, que foram situadas, pelo 
articulista, “dentro das vicissitudes humanas, dos espinhos da missão da 
imprensa, sublime mas ingrata, e que, no interior, significa renúncia e 
sacrificio”. 
Interessante seção veio a criar-se depois:  “Evocando o passado”substituindo outras e apareciam diferentes colaboradores, 
tais como o 
padre Antonio Alves, Corina de Holanda, Henrique de Holanda, Maria 

Isabel de Holanda (afora o pseudônimo) e, pelo menos uma vez, Silvino 
Lopes, enquanto se apresentava, como encarregado das finanças da 
empresa, Jonas de Morais Andrade. 
Ao atingir 1941, tinha início a “Coluna do Escoteirismo”, a cargo de 
Alceu Vidal de Melo e, precisamente na edição de 8 de fevereiro, nascia 
um jornal dentro do jornal: o “Jornal das Escolas”- ano I, nº 1 - ao ensejo 
do começo do ano letivo, ocupando cerca de meia página, na 2ª, 
destinado a divulgar o movimento do ensino primário e colaborações 
infantis; não passou de nove inserções. 

Liam-se, nas colunas d’O Victoriense, à época, produções de Manuel 
de Holanda, Severino Lira e Teixeira de Albuquerque; contos e crônicas; a 
seção “Sintonizando”; noticiário desportivo e geral e notas ilustradas, sob 
o título “Panorama da Guerra”. A partir de 27 de junho de 1942, o diretor 
José Aragão, que tinha assumido o cargo de prefeito do município, admitiu 
um redator-chefe: Aloísio de Melo Xavier, e um redator-secretário: Júlio 
Siqueira. Enquanto isto, juntavam-se redação e oficina no prédio nº 15 da 
rua Barão do Rio Branco. Novos colaboradores: Clidenor Galvão e 
Albertina Lagos. Por pouco tempo vigorou a seção “Fustigando”, de versos 
satírico-humorísticos, por Pinóquio. Às vezes, alterava-se o formato; 
outras vezes parecia a folha impressa em papel de cor. 
Circulou, a 6 de maio de 194378, em edição especial de 14 páginas, 
comemorativa do centenário da elevação da antiga vila de Santo Antão à 
categoria de cidade da Vitória, divulgando clichês de administradores 
federal, estadual e municipal e personalidades de projeção local, noticiário 
dos festejos do dia e produções originais de elementos de relevo nas 
letras. Boa parte de reclames comerciais. 
No ano em referência, desde 3 de julho, a direção adotou nova tabela 
de assinaturas, tendo em vista a alta dos preços do material de imprensa, 
a saber: ano - Cr$ 18,00; semestre - Cr$ 9,00; trimestre - Cr$ 4,50; mês 
- Cr$ 1,50. Embora normalizado o formato de seis colunas de composição, 
diminuiram os anúncios, incrementada, assim, a parte editorial, contando 
com artigos assinados de José Aragão e diferentes produções de J. 
Esberard Beltrão, Alcides Nicéas, o das “Missangas”; Italenda Mosel, 
Áurius Júnior e Agamenon Magalliães, este mediante transcrições 
autorizadas da Folha da Manhã, do Recife. Divulgava, em 1944, atos 
oficiais da Prefeitura, já ocupada por diferente titular. 
Prosseguindo, o semanário “noticioso e independente” Veio a reduzir 
o formato a 28 de abril de 1945, ao sistema tabloide — 33 x 24, com 
quatro colunas de composição — devido à reforma a que ia submeter-se a 
tipografia. Passou, no entanto, a dar seis e, logo mais, oito páginas, sem 
mais alterações, salvo a saída da redação, em novembro, do redator Júlio 
Siqueira. 
Ficou suspensa a publicação no ano seguinte, após a edição de 6 de 
julho. Reapareceu ano LXXX, nº 1 - a 2 de março de 1947, com doze 
páginas, ainda tablóide, feito quinzenário, usando tipagem nova, nítida 
impressão, transferidas a redação e oficinas para a rua do Rosário, 36. 
Assinaturas a Cr$ 24,00 ou Cr$ 12,00 por semestre, figurando, no 
cabeçalho, o mesmo incansável e eficiente diretor. 
“Não é uma ressurreição. É um retorno”, segundo a nota de abertura. 
 
78 O ano do centenário coincidiu com o da assinatura da lei por força da qual o nome da 
cidade mudou para Vitória de Santo Antão. 

Tinha suspendido “por motivos imperiosos”. Voltava obedecendo ao 
mesmo programa, para “servir, nobre e desinteressadamente, à terra e ao 
povo de que recebeu o nome”. 
Adotou as seções “Jornal Operário”; “Em quinze dias”, crônica de 
Justino d’Ávila “Arte e Literatura”, a cargo do diretor-gerente Henrique de 
Holanda Cavalcanti; “Perfil”; “Vida Forense”; “Figuras e Fatos da História 
Pátria”, por Gurjão de Almeida ou José Aragão; “Vida Esportiva”, a cargo 
de Beraldo Veras; “Pró & Contra”, de Verçosa Filho, que assumiu, no fim 
do ano, a gerência, por morte do titular acima mencionado; “O Victoriense
no lar”; a jamais faltosa “Seção Religiosa”, etc. 
Findou o regime de doze páginas uma vez divulgado o nº 16, de 5 de 
outubro de 1947, para, no mês subsequente, dia 8, começar numeração 
nova no formato maior, de cinco colunas de composição. Assim continuou, 
entrando 1948, quando, em março, voltou a semanário e logo mais 
estabelecia os seguintes índices de assinatura: ano - Cr$ 30,00; semestre 
- Cr$ 15,00; trimestre - Cr$ 8,00. Aurino Valois firmava a “Coluna 
Jurídica” e Verçosa Filho “A Crônica da Semana”. 
Não era satisfatória a situação financeira d’O Victoriense, fatalidade 
inerente a tudo quanto é jornal interiorano. Muito oportuno foi, a respeito, 
o editorial de sua edição de 24 de julho, sob o título “Cooperação”, tema 
este focalizado em cores vivas. No caso da imprensa, por exemplo: fala-se 
da necessidade de um jornal, para tratar “dos problemas locais, 
movimentar o meio, incentivar a vida social, pugnar pelos interesses das 
classes e grupos, ventilar os assuntos administrativos, econômicos, 
educacionais, etc.”, porque “o jornal é o do progresso, os pulmões do 
povo”, etc., “Mas, quando chega o recebedor das assinaturas, tem de 
bater mil e uma vezes à porta e subir verdeiro calvário”, para regressar 
carregado de desculpas. Concluiu o articulista: “E a cooperação, a boa, a 
boa vontade para o engrandecimento da terra, mãe comum dos vivente, 
que somos nós? Fica sempre nas débeis cordas da lira”. 
Não era possível ir muito longe mais, O valente periódico terminou 
seus dias com o nº 10 do ano LXXXIII, que saiu a lume no dia 1 de agosto 
de 1948, o qual comemorou, como era praxe todos os anos, o dia da 
vitória, no monte das Tabocas, contra o domínio holandês em 
Pernambuco79 (Biblioteca Pública do Estado). 

breve mais artigos sobre a impressa vitoriense



Prefeito entrega a praça do livramento reformada a população Vitoriense-PE-13/09/2014





















fonte
Blog Nossa Vitória de Santo Antão


UFPE divulga calendário de matrícula 2014.2

Datas de matrícula, feitas online, variam de acordo com campi e cursos.
Aulas do segundo semestre começam no dia 16 de setembro.


A Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) divulgou, nesta quinta-feira (4), o edital de matrícula 2014.2. O prazo para os estudantes fazerem a matrícula do segundo semestre letivo vai da terça-feira (9) ao dia 14 deste mês, até as 16h, para os estudantes de alguns centros do Campus Recife e de Vitória de Santo Antão. O restante dos cursos, incluindo os de Vitória de Santo Antão, têm matrículas no período de 11 a 14 de setembro. A matrícula é feita pelo sig@, plataforma online da UFPE acessada pelos estudantes. As aulas do próximo semestre estão previstas para começarem no dia 16 de setembro.

Os alunos vinculados aos cursos de graduação nos centros de Comunicação e Artes (CAC), Ciências Jurídicas (CCJ), Ciências Sociais Aplicadas (CCSA), de Educação (CE), Filosofia e Ciências Humanas (CFCH), do Campus Recife, e do Centro Acadêmico de Vitória de Santo Antão (CAV) devem fazer a matrícula no período de 9 a 14, até as 16h do dia 14.

Já os estudantes vinculados aos cursos dos centros de Ciências Exatas e da Natureza (CCEN), Ciências Biológicas (CCB), Ciências da Saúde (CCS), de Informática (CIN) e Ciência e Tecnologia (CTG) do Campus Recife, e do Centro Acadêmico do Agreste (CAA), em Caruaru, devem fazer a matrícula no período de 11 a 14, até as 16h do dia 14.

Os alunos retardatários de todos os cursos podem fazer a matrícula, também pelo sig@, nos dias 22 e 23, até as 16h do dia 23. Para os estudantes que perderem todos os prazos será oferecida a possibilidade de trancamento do semestre ou matrícula vínculo, no período de 19 a 29 deste mês, sendo até as 16h no dia 29. Ambos os processos não podem ser anulados depois de feitos.

Quem está começando o primeiro semestre do curso, como é o caso dos estudantes de segunda entrada e do curso de bacharelado em química, tem a matrícula das disciplinas obrigatórias realizada automaticamente. Caso o aluno queria fazer aulas eletivas ou optativas, ele deve solicitar pela disciplina no sig@ no período de 19 a 29 deste mês. É necessário que a coordenação do curso ou da área oriente o aluno para fazer a matrícula das eletivas.

Para informações sobre disciplinas isoladas, desbloqueio de CPF e demais detalhes sobre a matrícula, basta acessar o site da Pró-reitoria para Assuntos Acadêmicos (Proacad).link do artigo


CURSO DE MEDICINA EM VITÓRIA

CAV-foto-luciano-abreuPor Hugo Santiago

Símbolo de desenvolvimento, onde estão instaladas várias indústrias de classe mundial com enorme avanço econômico, Vitória de Santo Antão segue crescendo constantemente também no setor educacional.

A Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) que é uma das melhores universidades do País, em ensino (graduação e pós-graduação) e pesquisa científica, sendo a melhor do Norte-Nordeste, segundo avaliações dos Ministérios da Educação (MEC) e de Ciência e Tecnologia (MCT). E que nos últimos anos, com apoio do Governo Federal, expandiu a sua atuação – hoje são três campi, localizados no Recife, em Vitória de Santo Antão e em Caruaru.

Em funcionamento desde 21 de agosto de 2006, o Centro Acadêmico de Vitória (CAV), localizado na cidade de Vitória de Santo Antão, tem caráter multidisciplinar e está estruturado em quatro núcleos de conhecimento: Enfermagem, Nutrição, Licenciatura em Ciências Biológicas e Educação Física. O CAV é vinculado ao sistema de ensino, pesquisa e extensão da Universidade Federal de Pernambuco.

E na próxima quarta-feira, 03 de Setembro, o campi Vitória receberá mais um curso, bastante esperado por todos, o curso de Medicina, a solenidade de apresentação do curso contará com a presença do Reitor Professor Anísio Brasileiro de Freitas Dourado.

UFPE Vitória - CAV

 link do artigo

Pela terceira vez em uma semana motoristas e cobradores paralisam atividades


Corredores exclusivos vazios, terminais integrados fechados. Os dois cenários que melhor retratam a manhã de sexta-feira (29) na Região Metropolitana do Recife. Pela terceira vez em oito dias motoristas e cobradores de ônibus cruzaram os braços para reivindicar reajuste no tíquete-alimentação. A categoria - que conseguiu na justiça um reajuste salarial de 10% - quer um aumento de 75% no tíquete-alimentação, que passaria dos atuais R$ 170 para pouco mais de R$ 300. A justiça, contudo, concedeu apenas 6%, o que irritou os rodoviários. Eles afirmam que a paralisação acontecerá das 4h às 8h. Mais de 1 milhão de pessoas utilizam ônibus diariamente no Grande Recife.

"Depois desse horário, será normal. Durante o final de semana também será normal. Como foi aclamado por maioria na assembleia, vamos fiscalizar para que seja cumprido o que foi acordado", explicou o presidente do sindicato dos rodoviários, Benilson Custódio.Para tentar amenizar a situação, o metrô do Recife funcionará com uma hora a mais nos horários de pico, somando 20 viagens a mais na Linha Centro e 20 viagens a mais na Linha Sul. O horário será estendido das 6h às 9h30 (normalmente, é até as 8h30) e das 17h às 21h (o horário normal é até as 20h).

O metrô está circulando com a mesma quantidade de composições. O intervalo entre os trens é de 5 minutos na Linha Centro e de 8 minutos na Linha Sul. De acordo com a assessoria de imprensa do Metrorec, o número de passageiros diminui durante a paralisação dos rodoviários, pois entre 55% e 60 % dos usuários do metrô chegam das integrações.

Pelas redes sociais a população voltou a reclamar da decisão dos rodoviários em paralisar as atividades. Na página do Jornal do Commercio no Facebook (facebook.com/jornaldocommercioPE) o internauta Carlos Eduardo não poupou a categoria. "Virou bagunça!!!! Quantas pessoas precisam sair de casa e acabam ficando presas numa parada por falta de ônibus. Quantas consultas perdidas entre outras coisas. Se quer prejudicar, faz isso com o patrão e não com a população que precisa do serviço", escreveu. Já Raimundo Dantas perdeu um compromisso por conta da paralisação. "Apenas me impediu de ir à junta militar para saber se iria ficar ou não. Tenso". Emerson Ponte acredita que um entendimento seria melhor para todos. "Acredito que a população é o lado que mais sofre. Junto-me a ela. Seria interessante que cada um daqueles que pleiteiam uma vaga seja na assembleia ou onde quer que seja, busque soluções de viabilidade para todos. Que o lugar almejado não funcione apenas como uma redoma, onde tantos se cobrem com o manto do egoísmo, há tantas décadas. O transtorno atual talvez nos sirva de lição.

Mas houve também que ficou do lado dos rodoviários, como Welber Oliveira. "É inteiramente aceitável e precisa essa reivindicação por parte dos motoristas e cobradores. No entanto, nesse jogo de vai e volta, nós que também somos trabalhadores e dependentes do transporte público somos atingidos diretamente. Algumas empresas não possuem patrões liberais e conscientes sobre o que impede seu empregado de não ir ao trabalho e acaba descontando seu dia no final do mês, e sejamos sensatos, um desconto por dia não trabalhado é um buraco enorme para quem depende disso."

Em nova assembleia, rodoviários confirmam paralisação para a manhã desta sexta-feira


Os usuários do sistema de transporte público coletivo do Grande Recife terão que exercitar a paciência nesta sexta-feira, em mais um dia de paralisação dos motoristas, cobradores e fiscais de ônibus. A decisão foi tomada pela categoria, por unanimidade, em duas assembleias distintas – uma pela manhã e outra a tarde - ocorridas na sede do Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários, no bairro de Santo Amaro. No encontro, os trabalhadores acordaram por cruzar os braços das 4h às 8h, retornando às atividades logo em seguida.

    Mesmo com os transtornos já esperados, o presidente do Sindicato dos Rodoviários, Benilson Custódio, garantiu a normalidade dos serviços para a noite desta quinta-feira e após às 8h desta sexta. "Tão divulgando por aí que hoje (quinta) vai ter paralisação, mas avisamos que, por parte desse sindicato, não haverá, até porque não somos loucos de fazer isso, pegando de surpresa os trabalhadores", explicou Custódio, acrescentando que o sindicato se esforçará para cumprir o horário da paralisação determinado nas assembleias.

    Segundo o representante da categoria, a decisão por paralisar as atividades é uma medida para tentar pressionar a Justiça a antecipar o julgamento do dissídio no Tribunal Superior do Trabalho (TST), programado para 8 de setembro. "Essas paralisações e protestos são para que judiciário antecipe o julgamento, para que os rodoviários recebem seus salários com a devida correção já no dia 5", afirma Benilson em referência ao reajuste salarial e dos benefícios de 10%, anteriormente fixados pelo tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 6ª Região.

    No início da semana, o TST reconsiderou parcialmente a decisão que concedeu efeito suspensivo ao aumento fixado pelo TRT, no fim de junho. Com isso, os pisos de R$ 1.765,50 para motoristas, R$ 1.141,69 para fiscais despachantes e R$ 812,13 para os cobradores estão mantidos. Em relação às demais cláusulas, como tíquete-alimentação, diárias, auxílio-funeral e indenização por morte ou invalidez, o reajuste ficou restringido a 6% até pronunciamento definitivo da Seção Especializada em Dissídios Coletivos (SDC) do TST. "Se o julgamento for antecipado, pode ser que acabe essa situação espinhosa que os rodoviários estão vivendo", reiterou Custódio.

    Durante a assembleia da manhã, o sindicato sugeriu dois horários para a movimentação, mas a paralisação das 16h às 00h, como havia se especulado anteriormente, não foi acatada por nenhum rodoviário. Segundo o presidente do Sindicato do Rodoviários, Benilson Custódio, a paralisação se dará no mesmo esquema que a última, que aconteceu na segunda-feira (25), os serviços estarão normalizados no fim de semana. O líder ainda afirmou que a categoria não descarta a possibilidade de greve, se o pagamento não estiver com aumento aprovado no dia 30 de julho.

    Insatisfeito com a reconsideração sobre o reajuste dos trabalhadores, o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de Pernambuco (Urbana-PE) entrou com um agravo regimental contra a decisão do ministro Barros Levenhagen. A classe patronal deseja que o TST reavalie seu posicionamento. A Urbana-PE informou ainda que tentará colocar os ônibus na rua para que a população não seja prejudicada.

    Universidades

    Diante do anúncio de paralisação dos rodoviários, a Universidade Católica de Pernambuco (Unicap) informou que irá suspender as aulas no turno da manhã. As demais atividades estão mantidas. Até às 11h desta sexta-feira (29), a instituição divulgará em seu site e redes sociais posição sobre os turnos da tarde e noite, dependendo da situação do serviço de transporte público e visando o menor prejuízo acadêmico possível. Já as universidades Federal de Pernambuco (UFPE) e Rural de Pernambuco (UFPE) estão em recesso.

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    Candidatos se enfrentam na TV



    Após uma pré-campanha quente e uma eleição fervendo, pelo guia de televisão e pela substituição imprevisível de Eduardo Campos (PSB) por Marina Silva (PSB), às 22h na Bandeirantes, acontecerá hoje o primeiro debate eleitoral na TV, com confronto direto entre sete candidatos a presidente da República (dos partidos com representação no Congresso). Estarão presentes a presidente Dilma Rousseff (PT), o senador Aécio Neves (PSDB), ex-senadora Marina Silva, pastor Everaldo (PSC), Luciana Genro (PSOL), Eduardo Jorge (PV) e Levy Fidélix PRTB). Ficaram de fora Rui Pimenta (PCO), Zé Maria (PSTU), Mauro Iasi (PCB) e Eymael (PSDC). O duelo começará logo a seguir à divulgação da pesquisa do Ibope, às 18h, por isso há muita expectativa. Acredita-se que Marina continua crescendo na disputa pela segunda posição com Aécio.

    Para o debate, há perspectiva de embates interessantes. Presidente e candidata à reeleição, o alvo principal deverá ser Dilma, que terá de responder, não apenas sobre economia, área que enfrenta problemas, mas também sobre suspeitas de corrupção na Petrobras, tema espinhoso. Ela também deverá fazer defesa ferrenha do legado do PT em 12 anos de governo. A petista já avisou que participará de quatro debates e que se preparou muito para "responder às perguntas da melhor forma".

    Já Aécio deverá ser alvo de Dilma e Marina. No caso da presidente, trata-se de uma estratégia de seu partido de não quebrar a polarização entre PT e PSDB, considerado o melhor cenário pelos petistas para o segundo turno. Marina tentará mostrar que ambos são a "velha política".

    A briga pessoal entre Marina e Dilma e a tentativa de se manter à frente de Aécio tirará Marina da zona de conforto. Aécio, por sua vez, continuará a estratégia de bater no governo petista e se mostrar mais preparado. Também deverão entrar no debate assuntos difíceis para Aécio e Marina: a construção do aeroporto na cidade mineira de Cláudio, dentro de terras de um tio do senador; já Marina poderá ter de responder sobre suspeitas do uso do jato usado na campanha presidencial.link