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Atacante do Vera Cruz morre em acidente na PE-50



Por Márcio Souza, do Futebol no domingo

Um acidente de carro na noite desta quinta-feira (27), tirou a vida do atacante "Rei" - a jovem promessa do time do Vera Cruz, da cidade de Vitória de Santo Antão. Reidson Veridiano de Lima, tinha 23 anos e foi uma das peças fundamentais na última conquista do clube: o acesso à primeira divisão do Campeonato Pernambucano 2015. Reidson terminou a competição como terceiro artilheiro contabilizando nove gols. 

O jovem jogador foi vítima de um capotamento na rodovia PE-50,  entre as cidades de Vitória de Santo Antão e Glória do Goitá, ambas na Zona da Mata do Estado. O veículo onde ele estava (KHL - 3548), era ocupado por mais outras pessoas, segundo informações do Hospital João Murilo, para onde foi levado. Amigos do jogador lamenta sua morte pelas redes sociais.link

Sargento Vitorino do 21º BPM, da PMPE cria aplicativo que diz qual a viatura da PM está mais próxima de você

 Sargento Vitorino do 21º BPM, da PMPE cria aplicativo que diz qual a viatura da PM está mais próxima de você: o aplicativo só precisa que você tenha internet no seu smartphone ou tablet e as viaturas começam a aparecer no seu equipamento!

Veja as palavras do Sargento Vitorino

Pessoal agora temos mais uma nova arma de combate ao crime. Tratasse de um aplicativo que já está funcionando na área do 21 bpm e criada por mim Sgt VITORINO. Este aplicativo quando você acessa ele te dará a tua posição exata e o número da viatura mais próxima de você. Ele foi criado para economizar tempo ou seja em vez de você ligar pra o 190 ou o quartel você liga direto pra o companheiro que está de serviço cobrindo aquela área. Você não precisa instalar nada no seu celular basta ele ter internet que já funciona. Basta você entrar neste site: nacidadetem.com  

O aplicativo vai pedir que você permita que ele te localize e pronto. Esse projeto pessoal já foi mostrado por mim na DIN e agora me pediram pra esperar pra ser colocado em todo Estado.

O Sargento Vitorino explicou ainda que você tá aqui em Recife e um colega teu te liga e diz a você que no bairro da matriz lá em Vitória de Santo Antão tem um cara armado na praça, você digita o nome matriz no campo pesquisar localidade e o aplicativo vai te dar o número da viatura que cobre aquele bairro.Ou seja, nós teremos mais chances de capturar o elemento pois a viatura estar pelas intermediações.
Além do mais que não precisaremos contar com a sorte de é um colega que agente conhece ou não. Simplesmente teremos o telefone da viatura daquela área.


O Sargento Vitorino informa ainda que a maioria das apreensões de armas e drogas em nosso estado são através de denúncia e que com esse aplicativo seremos mais rápidos pra agir.

Sugerido sobre patentear logo o APLICATIVO, o Sargento Vitorino disse: 

isso já é um projeto que fiz na faculdade um TCC
Aí está mais amarrado! Agora vamos juntos e fortes pessoal colocar isso em prática.

A meta de erradicação dos lixões e instalação de aterros sanitários está prevista na Política Nacional de Resíduos Sólidos

Governo é contra prorrogação de prazo para fim dos lixões

A meta de erradicação dos lixões e instalação de aterros sanitários está prevista na Política Nacional de Resíduos Sólidos

 / Foto: Hélia Scheppa/JC Imagem


O Ministério do Meio Ambiente não considera a simples prorrogação do prazo uma boa solução para o problema dos lixões. O posicionamento continua sendo defendido pela pasta, mesmo após a aprovação, no Congresso Nacional, de emenda ao projeto de lei de conversão da Medida Provisória 651/14, que amplia o prazo para fechamento dos lixões e instalação de aterros sanitários até 2018. A decisão de vetar ou não a emenda, entretanto, será da presidente Dilma Rousseff.

A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, já havia ressaltado, quando a proposta foi aprovada na Câmara dos Deputados, que a simples prorrogação não provoca a discussão mais objetiva e necessária para tratar a questão dos resíduos sólidos, e continua sendo crime ambiental manter lixões em funcionamento. Para ela, é preciso respeitar também os quase 2,3 mil municípios que cumpriram a lei.

A meta, até agosto último, de erradicação dos lixões e instalação de aterros sanitários para destinação adequada dos resíduos sólidos, está prevista na Política Nacional de Resíduos Sólidos, sancionada em 2010. No projeto aprovado no Congresso, estados e municípios também ganharam prazo até 2016 para elaborar os planos estaduais e municipais de resíduos sólidos. Esse prazo venceu em 2012. Os planos são requisitos para que estados e municípios recebam dinheiro do governo federal para investir no setor.

A emenda foi mantida no texto aprovado no Senado, após o compromisso do senador Romero Jucá (PMDB-RR) de que a presidente Dilma Rousseff vetará o trecho, que foi inserido pela Câmara, apesar de o assunto ser estranho ao princípio da medida, que trata de incentivos ao setor produtivo. Se o texto fosse modificado, ele precisaria retornar para última análise dos deputados, e poderia perder o prazo de sanção.

Para a presidente do Instituto Ecoar, Miriam Duailibi, embora com alguns avanços, o Brasil ainda está atrasado na gestão dos resíduos sólidos, e o governo não deve voltar atrás e manter a posição, que é de interesse do país e não de segmentos que acham que estão sendo prejudicados.

"É perfeitamente possível que os municípios construam seus planos. Prorrogar prazos é uma tentativa absurda de não assumir responsabilidade e um descaso com as questões ambientais e de saúde pública. No interior de São Paulo, por exemplo, existem cidades ricas (com grandes receitas) com lixões a céu aberto. Isso é inadmissível", argumentou Miriam.

Segundo ela, independente do tamanho do município ou de sua receita, é possível que os gestores se adequem à legislação, de forma participativa, construindo parcerias com outros municípios, com a população, as cooperativas de catadores e empresas privadas, que também têm responsabilidade legal sobre os produtos que fabricam. "Se vai postergar a lei, as pessoas, empresas e prefeituras vão postergar a responsabilidade", disse.

Miriam explicou ainda que a política de reciclagem, antes da lei, era feita só por catadores, mas vem recebendo investimentos do governo federal e de algumas cadeias produtivas que  fazem a logística reversa. "Mais de 1 milhão de pessoas no país vivem da coleta de material reciclável, e podem viver com dignidade se agirmos de forma correta com nossos resíduos. As cooperativas estruturadas e os catadores organizados trabalham com mais segurança, com máquinas e equipamentos, e isso faz com que sua renda melhore muito", explicou.

Uma das alternativas para as cidades que não cumpriram a meta de destinação correta dos resíduos sólidos é assinar um Termo de Ajustamento de Conduta com o Ministério Público, que fiscaliza a execução da lei. Os gestores municipais que não se adequaram à política estão sujeitos a ação civil pública, por improbidade administrativa e crime ambiental.link aqui

Linhas férreas ocupadas de forma irregular no Agreste

Linhas férreas ocupadas de forma irregular no Agreste

Trilhos da Linha Tronco Centro, desativada, estão sendo aterrados e ocupados com moradia, estábulo e lava a jato. Veja a situação na sétima reportagem da série sobre o patrimônio ferroviário de Pernambuco


Cleide Alves

Desativada e sem uso, linha férrea está perdendo trilhos e dormentes no Agreste pernambucano / Foto: Michele Souza/JC Imagem

Desativada e sem uso, linha férrea está perdendo trilhos e dormentes no Agreste pernambucano

Foto: Michele Souza/JC Imagem

As estações de trem de Caruaru, Bezerros, Gravatá e Vitória, no Agreste pernambucano, não têm mais o entra e sai de passageiros que, no passado, eram transportados pela Linha Tronco Centro. Mas continuam de portas abertas, com atividades culturais. Se as edificações estão preservadas, apesar das descaracterizações para receber novos usos, o mesmo não se pode dizer das estradas de ferro. Os trilhos estão sumindo nas três cidades, seja por ocupações irregulares ou aterrados para dar lugar a carros.

Em Caruaru, pedaços da linha férrea por onde os trens de carga levavam até a capital a produção econômica da região – tabaco, mandioca, algodão e couro – encontram-se sob o piso de casas construídas ou em construção no bairro Cajá. Moradores informam que os imóveis pertencem a famílias pobres e sem condições de pagar aluguel. Segundo eles, trilhos arrancados foram reutilizados em lajes e colunas de moradias. Alguns servem de passarela entre as casas."Todo dia passava trem de passageiro e de carga aqui em Caruaru, mas desmantelaram tudo e ficou essa bagunça, com casas em cima da linha e trilhos cobertos com asfalto, para as pistas de carro", declara Maria Júlia da Silva, 64 anos, moradora da cidade. "Nunca andei nas locomotivas, mas via as máquinas circulando perto da minha casa. Acho que as linhas deviam ser reativadas. Caruaru ficou um deserto sem os trens", diz.

Operador de máquinas aposentado, João Costa da Silva, 71, lamenta o desmonte da ferrovia. "Desativar as linhas foi a maior covardia com o povo, isso não era para estar se acabando desse jeito. Quando as cargas deixaram de ser transportadas por trem, que é um serviço mais barato, o preço de tudo subiu. Hoje, tem lugar que não se sabe mais onde ficava a linha", destaca João.

Na cidade de Bezerros, os trilhos próximos da estação estão parcialmente soterrados ou servem de estacionamento. Um trecho da linha, junto da ponte férrea sobre o Rio Ipojuca, está destruído e pendurado. "A estação é o patrimônio que sobrou em Bezerros, arrancaram muitos trilhos", diz o ferroviário aposentado Paulo Pedro da Silva, 66. Ele trabalhou por 21 anos e cinco meses para a RFFSA, na manutenção da via.

Paulo mora na antiga casa do chefe da estação, defronte ao prédio da esplanada. "Comprei da Rede Ferroviária, a empresa vendeu casa em várias cidades. Nunca esqueço essa parte da minha vida, toda vez que olho o prédio da estação, tenho recordações. Não progredi para uma função melhor, porém gostava do meu trabalho. Minha maior alegria seria a volta do trem, mas não tenho esperanças", afirma.link aqui


Dilma Rousseff teve mais de 70,2%

Dilma Rousseff teve mais de 70,2% dos votos em Pernambuco

Abstenção ficou em 17,76% no estado: mais de 1 milhão não votaram.
As eleições em Pernambuco tiveram 852 ocorrências em urnas, diz o TRE.

Do G1 PE

Presidente do TRE-PE, desembargador Fausto Campos. (Foto: Renan Holanda / G1)Presidente do TRE-PE, desembargador Fausto
Campos. (Foto: Renan Holanda / G1)

No balanço final divulgado na noite deste domingo (26), o Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) informou que, no estado, a presidente reeleita Dilma Rousseff teve mais de 70,2% dos votos. Com 99,93% das urnas apuradas, a petista estava com 70,2% dos votos, enquanto Aécio Neves (PSDB) tinha 29,8%. A abstenção ficou em 17,76%, o que significa que mais de 1 milhão de eleitores não votaram.

As eleições em Pernambuco tiveram 852 ocorrências em urnas. Esse número equivale a 4,53% das 18.797 urnas espalhadas pelo estado. Desse total, 328 foram substituídas e apenas uma, em João Alfredo (Agreste), teve de ser trocada pela votação por cédulas.

O município com maior incidência de problemas com relação às urnas foi o Recife, com 137, seguido por Olinda (59), Cabo de Santo Agostinho (48), Jaboatão dos Guararapes (42), Paulista (40) e Vitória de Santo Antão (36). Os problemas mais comuns foram ajustes de data e hora (406) e substituição de urnas (328). No primeiro turno, o TRE-PE contabilizou 1.072 ocorrências no total.

O presidente do Tribunal, desembargador Fausto Campos, avaliou como positivo o balanço geral do pleito no estado. Segundo ele, o uso das urnas com identificação biométrica já foi assimilado pelos mesários e eleitores. "Agora nós já vamos dar início ao cadastramento biométrico das cidades de Olinda, Paulista, Vitória de Santo Antão e Petrolina. Então, é um processo novo e que deixa a eleição mais rápida, uma votação mais rápida e mais segura", disse.

O eleitor que não foi votar e nem justificou a ausência deve ficar atento. A partir de novembro, informou o desembargador, é preciso comparecer ao cartório.link

Vitória de Santo Antão contará com quatro deputados estaduais a partir de 2015

                              
O município de Vitória de Santo Antão volta a ocupar posição de destaque na política estadual. A partir de janeiro de 2015, quatro deputados do município passam a ocupar cadeiras na Assembleia Legislativa do Estado. Os deputados Aglailson Júnior (PSB) e Henrique Queiroz (PR) conseguiram renovar seus mandatos - este último emplacou sua 10º vitória. Joaquim Lira (PSD) e Dr. Valdi (PP) serão os vitorienses que farão estréia na Casa Joaquim Nabuco.

O ranking dos seis mais votados na cidade foi ocupado por Joaquim Lira (27.711), Aglailson Júnior (12.520), Henrique Queiroz (7.099), Cleiton Collins (3.409), Adalto Santos (3.050) e Dr. Valdi (1.406).

A nível de estado, os quatros deputados representantes de Vitória ocuparam as oitava, vigésima, vigésima oitava e quadragésima quinta posições, respectivamente, Joaquim Lira (67.584 votos), Henrique Queiroz (50.886 votos), Aglailson Júnior (44.781 votos) e Dr. Valdi (25.550 votos).

Abaixo confira os dez deputados estaduais mais votados em Vitória:

Joaquim Lira – 27.711 (39,42%)
Aglailson Júnior – 12.520 (17,81%)
Henrique Queiroz – 7.099 (10,10%)
Pastor Cleiton Collins– 3.409 (4,85%)
Presbítero Adalto Santos  – 3.050 (4,34%)
Dr. Valdi – 1.406 (2,00%)
André Carvalho – 1.392 (1,98%)
Bispo Ossésio Silva – 999 (1,42%)
Rildo Braz - 340  (0,48%)
Augusto Cézar– 309 (0,44%).

Com 97% das urnas apuradas, confira a lista dos prováveis 49 deputados estaduais de Pernambuco

Com 97,75% das urnas apuradas, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulga a provável lista dos 49 deputados estaduais eleitos em Pernambuco. Com 212.937 votos até o momento (4,74%), Pastor Cleiton Collins (PP) é o estadual votado no estado. Em segundo lugar, Presbitero Adalto Santos (PSB) aparece com 155.545 votos (3,46%). Fechando o pódio, vem Raquel Lyra (PSB) com 80.169 votos (1,78%). Confira abaixo a lista dos 49:

1. Pastor Cleiton Collins (PP)

2. Presbitero Adalto Santos (PSB)

3. Raquel Lyra (PSB)

4. André Ferreira (PMDB)

5. Simone Santana (PSB)

6. Guilherme Uchôa (PDT)

7. Joaquim Lira (PSD)

8. Silvio Costa Filho (PTB)

9. Rodrigo Novaes (PSD)

10. Alberto Feitosa (PR)

11. Nilton Mota (PSB)

12. Odacy Amorim (PT)

13. Lucas Ramos (PSB)

14. Waldemar Borges (PSB)

15. Miguel Coelho (PSB)

16. Manoel Santos (PT)

17. Eriberto Medeiros (PTC)

18. Lula Cabral (PSB)

19. Henrique Queiroz (PR)

20. Francismar (PSB)

21. Bispo Ossesio Silva (PRB)

22. Vinícius Labanca (PSB)

23. Claudiano Filho (PSDB)

24. Aluísio Lessa (PSB)

25. Clodoaldo Magalhães (PSB)

26. Priscila Krause (DEM)

27. Júlio Cavalcanti (PTB)

28. Diogo Moraes (PSB)

29. Aglailson Júnior (PSB)

30. José Humberto Cavalcanti (PTB)

31. Rogério Leão (PR)

32. Álvaro Porto (PTB)

33. Ângelo Ferreira (PSB)

34. Tony Gel (PMDB)

35. Romário (PTB)

36. Ricardo Costa (PMDB)

37. Antônio Moraes (PSDB)

38. Pedro Serafim Neto (PDT)

39. Maviael Cavalcanti (DEM)

40. Marcantonio Dourado (PSB)

41. Socorro Pimentel (PSL)

42. Teresa Leitão (PT)

43. Augusto César (PTB)

44. Isaltino (PSB)

45. Roberta Arraes (PSB)

46. Laura Gomes (PSB)

47. Botafogo (PDT)

48. Paulinho Tome (PT)

49. Anchieta Patriota (PSB)

 

Marina Silva vota em Rio Branco, no Acre



Depois de votar, a ex-ministra posou para fotos. A candidata votou às 8h40 no horário local
A candidata do PSB à Presidência, Marina Silva, votou nesta manhã em Rio Branco, no Acre, vestindo amarelo. Depois de votar, a ex-ministra posou para fotos. O Acre está duas horas atrás do horário de Brasília, devido ao fuso, portanto a candidata votou às 8h40 no horário local.

A expectativa é de que Marina viaje em seguida para São Paulo, onde ela vai acompanhar a apuração dos votos e dará uma coletiva de imprensa à noite.link

O VICTORIENSE JORNAL QUE CIRCULOU EM NOSSA CIDADE EM DÉCADA PASSADAS


O VICTORIENSE - Jornal Noticioso e Comercial - Publicação 
iniciada a 5 de novembro de 186677, não restam comprovantes dos três 
primeiros anos de sua vivência. 
 Existe, nos escaninhos da Biblioteca Pública Estadual, exemplar do 
nº 46, ano IV, de 20 de novembro de 1869. Impresso em tipografa 
própria, situada à rua Imperial, 27, apresentou-se em formato 37 x 26, 
com quatro páginas de três colunas de 14 cíceros. Trazia sob o título uma 
faixa de composição miúdo, contendo o expediente — “Publica-se uma vez 
por semana. Assina-se a 3$000 por trimestre (pagos adiantados)” — e 
informes sobre as audiências do Juiz Municipal. 
 Não inseriu editorial que fornecesse uma idéia das tendências 
políticas ou apolíticas do primeiro jornal do município, fundado e redigido 
por Antão Borges Alves. Abriu a primeira página a seção “Atos Oficiais”, 
seguindo-se-lhe “Revista Semanal”, constituída de noticiário; folhetim, 
transcrição, variedades, a continuação dos Estatutos da Sociedade Recreio 
Teatral Vitoriense, editais e anúncios. 
 Transferida a pesquisa para Vitória de Santo Antão, foi possível 
manusear, na biblioteca do Instituto Histórico local, números esparsos e 
muito raros d’O Victoriense, que vêm sendo, pouco a pouco, consumidos 
pelo tempo. Assim o nº 24, ano IV, de 25 de junho de 1870, 

77Cf. Alfredo de Carvalho, in “Anais da Imprensa Periódica Pernambucana - 1821/1908”. 
Cometeu um lapso o historiador José Aragão - “A imprensa periódica da Vitória de Santo 
Antão”, in vol. I da Revista do Instituto Histórico da Vitória de Santo Antão. 1954, ao 
mencionar, à página 178, esta cidade como tendo sido a sexta, do interior de 
Pernambuco, a ter jornal. Não, foi a quinta, com O Victoriense. Coube o sexto lugar a 
Goiana, porque O Oriente, fundado a 8 de julho de 1866, era jornal recifense, só 
transferido para lá em 1868. 

acompanhando o ritmo do precedente, mas adotando tabela completa de 
assinaturas, a saber: ano -12$000; semestre - 6$000; trimestre - 3$000. 
De algumas edições resta, apenas, a folha correspondente às 
páginas 3 e 4, como prova de pagamento de matéria do tipo “Solicitadas”. 
Numa delas vê-se publicado um Edital, tendo à margem o recibo abaixo 
transcrito, devidamente selado, datado de 18 de maio de 1874 e assinado 
por Antão Borges Alves: “Recebi do Sr. Dr. Afonso José de Oliveira a 
quantia de seis mil réis (6$000), da publicação do edital de arrematação 
do engenho Mocotó”. 
Outros comprovantes d’O Victoriense, com todas as quatro páginas, 
embora mutiladas: nºs 19, 20 e 32, de 8 e 15 de maio e 10 de agosto de 
1875, achando-se transferida a tipografia, junto ao escritório, para o nº 8 
da mesma rua Imperial. Constava do sub-título: “Gazeta Noticiosa do 
Interior de Pernambuco”. No terceiro dos mencionados iniciava-se novo 
folhetim: “Uma história de sonhos”, com a assinatura Verba Volant. 
Formato aumentado, páginas com quatro colunas de composição. 
Passa-se para os nºs 35 e 45, de 25 de agosto e 10 de novembro de 
1877. Mudara o sub-título para: Jornal Noticioso e Comercial, como 
dantes. Novo endereço: rua Imperial, 43. Não deixou de constar, jamais, 
o nome do proprietário - Antão Borges Alves. 
Voltando à Biblioteca Pública do Estado, lá existem, ainda, os nºs 7 e 
8, datados, respectivamente, de 2 e 9 de março de 1878. A par da 
matéria de rotina, divulgava o folhetim “Solfa em lamiré”, a cargo de 
Solfaute, especializado em criticar o “pasquim conservador”, ou seja, A 
idéa Conservadora (outro jornal da cidade), além da colaboração política 
de Justus e de comentários redacionais, no mesmo sentido. 

Segundo, ainda, Alfredo de Carvalho, no estudo Gênese e progressos 
da arte tipográfica em Pernambuco”, lª parte do volume dos “Anais”, 
página 49, O Victoriense, “que, de 1870-76 (ver nota ao pé da página), 
teve o título mudado para Correio de Santo Antão, publicou-se 
regularmente até fins de 1878, quando o seu proprietário e principal 
redator, mudando-se para Glória do Goitá, para lá transportou a mesma 
imprensa e deu à luz O Goytaense”. 
Decorridos 61 anos, reapareceu O Victoriense - nº 1, ano LXXII - a 8 
de julho de 1939, em formato 48 x 32, com quatro páginas e lisonjeiro 
aspecto material, tendo a redação e as oficinas instaladas à rua Barão do 
Rio Branco, 90 e na praça Leão Coroado, 9, respectivamente. Diretor - 
José Aragão Bezerra Cavalcanti. Tabela de assinaturas: ano - 12$000; 
semestre - 6$000; mês - 1$000. Preço do exemplar - 0$300. 
Aludindo ao retorno do primeiro jornal fundado na cidade, escreveu a 
redação, no editorial de abertura: 

O Victoriense corporificou o ideal de um batalhador; satisfez aos anseios de uma 
geração sequiosa de luz; foi o primeiro lampejo da inteligência em nossa terra, o 
marco mais profundo de nossas conquistas, o precursor de nossas vitórias nas lides 
do pensamento. Por que, pois, em se tratando de imprensa, Vitória, deixar em 
triste olvido, na poeira dos séculos, o nosso primeiro jornal, filho legítimo da nossa 
inteligência com o nosso coração? 
Ainda da primeira página constaram notas biográficas, com clichê, do 
redator-fundador e uma carta do respectivo filho, de igual nome, 
autorizando o professor José Aragão a fazer ressurgir O Victoriense, 
cedendo-lhe todos os direitos sobre o respectivo título. 
A edição inseriu bastante matéria, a salientar a colaboração de Mário 
de Farias Castro, Joseph d’Alemmar (pseudônimo de Manuel de Holanda 
Cavalcanti), Cícero Galvão, Severino Lira, Miss Elania (como se ocultava 
Maria Isabel de Holanda) e F. Moura; as seções “O que O Vitoriense
publicava em 26/06/1875”; “Calendário Cívico”; “Seção Religiosa”; “Vida 
Administrativa”; “Vida Esportiva” e “Notas Sociais”, e alguns anúncios. 
Prosseguiu a publicação, ora semanal, ora quinzenal, incluida nova 
seção: a “Coluna Feminina”, a cargo de Mary Ann. Vieram as 
“Informações Uteis”; mais a divulgação de produções de Pelópidas de 
Arroxelas Galvão, Crispim Alves, Lamartine de Farias Castro, Francisca 
Sena, padre José Pessoa, além dos artigos e crônicas do diretor, assinados 
ou não. Ocorriam, ainda, pelo tempo afora, “Perfis”, em versos, por 
Iolanda; “Cócegas”, de Vinicius (outro travesti de Manuel Holanda); 
“Ritmos do Século” e “Jóias Literárias”. 
Sem passar das quatro páginas habituais, O Victoriense comemorou, com seu nº 33, de 13 de julho de 1940, o transcurso do primeiro 
aniversário da nova fase. Segundo o editorial alusivo, houve, no decurso 
da jornada, “injustiças e compreensões”, que foram situadas, pelo 
articulista, “dentro das vicissitudes humanas, dos espinhos da missão da 
imprensa, sublime mas ingrata, e que, no interior, significa renúncia e 
sacrificio”. 
Interessante seção veio a criar-se depois:  “Evocando o passado”substituindo outras e apareciam diferentes colaboradores, 
tais como o 
padre Antonio Alves, Corina de Holanda, Henrique de Holanda, Maria 

Isabel de Holanda (afora o pseudônimo) e, pelo menos uma vez, Silvino 
Lopes, enquanto se apresentava, como encarregado das finanças da 
empresa, Jonas de Morais Andrade. 
Ao atingir 1941, tinha início a “Coluna do Escoteirismo”, a cargo de 
Alceu Vidal de Melo e, precisamente na edição de 8 de fevereiro, nascia 
um jornal dentro do jornal: o “Jornal das Escolas”- ano I, nº 1 - ao ensejo 
do começo do ano letivo, ocupando cerca de meia página, na 2ª, 
destinado a divulgar o movimento do ensino primário e colaborações 
infantis; não passou de nove inserções. 

Liam-se, nas colunas d’O Victoriense, à época, produções de Manuel 
de Holanda, Severino Lira e Teixeira de Albuquerque; contos e crônicas; a 
seção “Sintonizando”; noticiário desportivo e geral e notas ilustradas, sob 
o título “Panorama da Guerra”. A partir de 27 de junho de 1942, o diretor 
José Aragão, que tinha assumido o cargo de prefeito do município, admitiu 
um redator-chefe: Aloísio de Melo Xavier, e um redator-secretário: Júlio 
Siqueira. Enquanto isto, juntavam-se redação e oficina no prédio nº 15 da 
rua Barão do Rio Branco. Novos colaboradores: Clidenor Galvão e 
Albertina Lagos. Por pouco tempo vigorou a seção “Fustigando”, de versos 
satírico-humorísticos, por Pinóquio. Às vezes, alterava-se o formato; 
outras vezes parecia a folha impressa em papel de cor. 
Circulou, a 6 de maio de 194378, em edição especial de 14 páginas, 
comemorativa do centenário da elevação da antiga vila de Santo Antão à 
categoria de cidade da Vitória, divulgando clichês de administradores 
federal, estadual e municipal e personalidades de projeção local, noticiário 
dos festejos do dia e produções originais de elementos de relevo nas 
letras. Boa parte de reclames comerciais. 
No ano em referência, desde 3 de julho, a direção adotou nova tabela 
de assinaturas, tendo em vista a alta dos preços do material de imprensa, 
a saber: ano - Cr$ 18,00; semestre - Cr$ 9,00; trimestre - Cr$ 4,50; mês 
- Cr$ 1,50. Embora normalizado o formato de seis colunas de composição, 
diminuiram os anúncios, incrementada, assim, a parte editorial, contando 
com artigos assinados de José Aragão e diferentes produções de J. 
Esberard Beltrão, Alcides Nicéas, o das “Missangas”; Italenda Mosel, 
Áurius Júnior e Agamenon Magalliães, este mediante transcrições 
autorizadas da Folha da Manhã, do Recife. Divulgava, em 1944, atos 
oficiais da Prefeitura, já ocupada por diferente titular. 
Prosseguindo, o semanário “noticioso e independente” Veio a reduzir 
o formato a 28 de abril de 1945, ao sistema tabloide — 33 x 24, com 
quatro colunas de composição — devido à reforma a que ia submeter-se a 
tipografia. Passou, no entanto, a dar seis e, logo mais, oito páginas, sem 
mais alterações, salvo a saída da redação, em novembro, do redator Júlio 
Siqueira. 
Ficou suspensa a publicação no ano seguinte, após a edição de 6 de 
julho. Reapareceu ano LXXX, nº 1 - a 2 de março de 1947, com doze 
páginas, ainda tablóide, feito quinzenário, usando tipagem nova, nítida 
impressão, transferidas a redação e oficinas para a rua do Rosário, 36. 
Assinaturas a Cr$ 24,00 ou Cr$ 12,00 por semestre, figurando, no 
cabeçalho, o mesmo incansável e eficiente diretor. 
“Não é uma ressurreição. É um retorno”, segundo a nota de abertura. 
 
78 O ano do centenário coincidiu com o da assinatura da lei por força da qual o nome da 
cidade mudou para Vitória de Santo Antão. 

Tinha suspendido “por motivos imperiosos”. Voltava obedecendo ao 
mesmo programa, para “servir, nobre e desinteressadamente, à terra e ao 
povo de que recebeu o nome”. 
Adotou as seções “Jornal Operário”; “Em quinze dias”, crônica de 
Justino d’Ávila “Arte e Literatura”, a cargo do diretor-gerente Henrique de 
Holanda Cavalcanti; “Perfil”; “Vida Forense”; “Figuras e Fatos da História 
Pátria”, por Gurjão de Almeida ou José Aragão; “Vida Esportiva”, a cargo 
de Beraldo Veras; “Pró & Contra”, de Verçosa Filho, que assumiu, no fim 
do ano, a gerência, por morte do titular acima mencionado; “O Victoriense
no lar”; a jamais faltosa “Seção Religiosa”, etc. 
Findou o regime de doze páginas uma vez divulgado o nº 16, de 5 de 
outubro de 1947, para, no mês subsequente, dia 8, começar numeração 
nova no formato maior, de cinco colunas de composição. Assim continuou, 
entrando 1948, quando, em março, voltou a semanário e logo mais 
estabelecia os seguintes índices de assinatura: ano - Cr$ 30,00; semestre 
- Cr$ 15,00; trimestre - Cr$ 8,00. Aurino Valois firmava a “Coluna 
Jurídica” e Verçosa Filho “A Crônica da Semana”. 
Não era satisfatória a situação financeira d’O Victoriense, fatalidade 
inerente a tudo quanto é jornal interiorano. Muito oportuno foi, a respeito, 
o editorial de sua edição de 24 de julho, sob o título “Cooperação”, tema 
este focalizado em cores vivas. No caso da imprensa, por exemplo: fala-se 
da necessidade de um jornal, para tratar “dos problemas locais, 
movimentar o meio, incentivar a vida social, pugnar pelos interesses das 
classes e grupos, ventilar os assuntos administrativos, econômicos, 
educacionais, etc.”, porque “o jornal é o do progresso, os pulmões do 
povo”, etc., “Mas, quando chega o recebedor das assinaturas, tem de 
bater mil e uma vezes à porta e subir verdeiro calvário”, para regressar 
carregado de desculpas. Concluiu o articulista: “E a cooperação, a boa, a 
boa vontade para o engrandecimento da terra, mãe comum dos vivente, 
que somos nós? Fica sempre nas débeis cordas da lira”. 
Não era possível ir muito longe mais, O valente periódico terminou 
seus dias com o nº 10 do ano LXXXIII, que saiu a lume no dia 1 de agosto 
de 1948, o qual comemorou, como era praxe todos os anos, o dia da 
vitória, no monte das Tabocas, contra o domínio holandês em 
Pernambuco79 (Biblioteca Pública do Estado). 

breve mais artigos sobre a impressa vitoriense



Prefeito entrega a praça do livramento reformada a população Vitoriense-PE-13/09/2014





















fonte
Blog Nossa Vitória de Santo Antão