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Chega ao fim o terceiro dia do julgamento dos irmãos kombeiros


 

Chega ao fim o terceiro dia do julgamento dos irmãos kombeiros
Por Danúbia Julião e Rochelli Dantas
  
Chegou ao fim, na noite desta quartafeira (1º), o terceiro dia do julgamento dos irmãos kombeiros, no Fórum de Ipojuca. O último a ser ouvido foi o perito Rogério Cláudio de Oliveira Dantas. Nesta quinta-feira (2) o júri deve começar às 10h, para que os jurados possam descansar. Os trabalhos continuam com a ouvida da perita Vanja de Oliveira Coelho e também com as apresentações das provas, tanto da acusação quanto da defesa. O depoimento dos réus Marcelo e Valfrido Lira também está marcado para esta quinta.

Na ouvida do perito Rogério Cláudio de Oliveira Dantas foram esclarecidas informações sobre as simulações feitas no intuito de verificar se Regivânia Maria da Silva, testemunha-chave do caso, teria condições de fazer o reconhecimento do condutor do veículo. Abdenoaldo também participou do procedimento, no caso dele, para verificar se tinha condições de visualizar o veículo.

A primeira reprodução simulada aconteceu em 2003, seis meses depois do corpo das meninas ter sido encontrado. Nesta, ele disse que o ponto forte foi identificar o tipo de veículo que parou. Primeiro, foram feitas as ouvidas das testemunhas e, de acordo com o especialista, tinham vários pontos que concordavam, quando alguns pontos que discordavam.

Em 2007, quando foi realizada a segunda simulação, ao invés de descrever, era para se analisar o tempo em que Regivânia tinha passado no local onde as meninas foram vistas pela última vez. Segundo Rogério, foram feitas três tomadas com ela.

Na primeira, Marcelo e Valfrido Lira participaram e Regivânia os reconheceu. Na segunda, foi a vez de usar atores. O perito esclarece que o veículo usado na ocasião teve uma pane, e desta forma ela teve mais tempo para identificá-los.

Já na terceira vez, o ator mais baixo ficou um pouco mais alto e vice e versa, ajustando os bancos para alcançar tal propósito. De acordo com o técnico, isso foi feito para saber se ela estava decorando a roupa ou a fisionomia deles, já que em cada retomada os atores mudavam o traje. Desta vez, ela não os reconheceu. Na simulação em que os kombeiros participaram, os acusados mudaram apenas a camisa.

 

 

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