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Ex-chefe da Polícia Civil do Rio se entrega e Operação Guilhotina já tem 37 presos

Delegado Carlos Oliveira foi transferido para Bangu

Subiu para 37 o número de pessoas detidas na Operação Guilhotina, desencadeada nesta sexta-feira (11/02) pela Polícia Federal (PF) e pelo Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) para desarticular grupos de policiais civis e militares suspeitos de envolvimento com tráfico de drogas e armas, milícias e exploração de jogos ilegais, como jogo do bicho e caça-níqueis.
À tarde, o delegado Carlos Alberto de Oliveira se entregou na Superintendência da Polícia Federal, na Praça Mauá, centro do Rio. O delegado, que ocupou o cargo de subchefe da Polícia Civil do Rio, é acusado de participação no esquema de recebimento de propina de traficantes de drogas.
A Operação Guilhotina mobiliza 380 agentes da Polícia Federal e 200 policiais civis e militares do Rio. Eles estão nas ruas desde cedo para cumprir 45 mandados de prisão preventiva e 48 de busca e apreensão de documentos e equipamentos. Entre os 35 detidos até agora, 19 são policiais militares, oito são policiais civis e o restante, pessoas suspeitas de ter alguma alguma ligação com o crime organizado.
O delegado Carlos Oliveira, que se entregou à polícia nesta sexta-feira, foi transferido para o presídio Bangu 8, no complexo de Gericinó, Zona Oeste do Rio, durante a noite.
Ele foi um dos alvos da megaoperação da Polícia Federal para prender policiais acusados de envolvimento com o tráfico, milícia e máfica dos caça-níqueis, além de cobrarem propina para proteger criminosos. O delegado, que já foi subchefe operacional da Polícia Civil, estava foragido desde o início da ação e se entrgou na parte da tarde. Atualmente, ele comandava a subsecretaria de Operações Especiais da Ordem Pública.
Antes de Oliveira se apresentar à polícia, a Seop já havia anunciado sua exoneração.
"Ele já tinha saído da polícia. A situação dele está posta e está muito ruim. O que mais interessou foi saber quem estava fazendo. Se vendeu um ou 10 fuzis, a gravidade é a mesma", declarou o secretário de Segurança, José Mariano Beltrame.
 
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