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Éramos diferentes em Gravatá

.PARA QUEM GOSTA DE RECORDAR COM A PROFESSORA DILSA MARIA FARIAS LOPES

                                                  Consumos (infância - décadas de 50/60)

Muito diferente de hoje, os sonhos de consumo das crianças do passado ficavam longe de toda tecnologia existente neste século.

A simplicidade, as pequenas coisas, faziam parte da rotina infantil proporcionando felicidades jamais esquecidas.

Bastava comprar uma simples peça de corda, para sentir o enorme prazer que a brincadeira proporcionava, pois ao pular corda, queimava uma boa parte da energia armazenada nos minúsculos corpos infantis . Além da adrenalina que acompanhava os movimentos, trazia uma enorme sensação de alegria e superação.

O aluguel de bicicleta fazia parte das aventuras e desafios.... O mundo não era tão grande como pensávamos, diminuía os espaços e em poucos minutos girávamos em torno da cidade que tanto amávamos.

Comprar um pãozinho no formato de um jacaré na Padaria do Sr. Daniel, ou mesmo nos ambulantes que levavam os mesmos num pequeno balaio em suas cabeças, era uma verdadeira delícia, íamos comendo pouco a pouco as escamas crocantes do formato do jacarezinho e sentíamos o prazer de degustar esse pão tão delicioso.

Comprar santinhos, trocar nas escolas, essas eram nossas principais figurinhas...

E uma bruxinha de pano? O preço acessível atraía ainda mais a vontade de realizar esse humilde sonho que trazia tanta felicidade.

E os famosos bonequinhos bebê , tamanho da palma de nossa mão? Eles tinham as mãos e os pés flexíveis e existiam os branquinhos e os pretinhos. Como éramos felizes com esses bonequinhos...

Não podemos esquecer os modismos de brincadeiras infantis. Havia o tempo do ioiô. Como era bom as peripécias que o ioiô nos proporcionava e olha que havia de vários tamanhos. Ainda hoje recordo o cheiro daquela madeira pintada, das ponteiras que comprávamos em Seu Biu Cerilo, e sempre mascando um chiclete, começavam as brincadeiras sem ter hora para acabar, eram nossos “vícios”...

Depois chegava a época dos bambolês, que felicidade nos entregarmos aos traquejos do mesmo, rodá-los em nosso pescoço, cintura, braços e pernas. Passávamos horas nos divertindo com os famosos bambolês.

E as bolas de gudes tornavam-se brinquedos unissex, pois os meninos jogavam tanto, que deixavam as meninas de lado e o jeito era nos entrosarmos também e concorrermos com os mesmos. Outro concorrente era o pião, jogavam meninos e meninas

As roupas costuradas sempre pelas mães ou costureiras, nada de marcas famosas ...

Saudades mesmo era de confeccionar os famosos "papagaios" com papel de seda coloridos e soltar ao vento para acompanhar com os olhinhos de felicidade essa incrível aventura.

Como todo bom brasileiro, a BOLA talvez fosse a campeã de consumo pelas inúmeras alegrias que ela nos proporcionava.

Era essa a nossa forma de viver, coisas simples, mas que carregavam em si a realização de todos os nossos sonhos.

Fale com Dilsa dilsamaria@gmail.com


              GRAVATÁ, A HISTÓRIA DE UM POVO EM FOTOS E RECORDAÇÕES...


.PESQUISA, SELEÇÃO E EDIÇÃO DE IMAGENS, UMA CONTRIBUIÇÃO DA PROFESSORA MARIA DILSA FARIAS LOPES

        Olha aí as lindas meninas jogando bambolê. A Verinha, Giovanina e Adenir. Quantas saudades   desse  tempo tão feliz!

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