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MARIA AMÉLIA CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE Primeira médica de PE


Maria Amélia Cavalcanti de Albuquerque.
Fotogrfia de A. Ducasble 
(Col. Francisco Rodrigues; FR-06208)
http://www.dominiopublico.gov.br 

Nasceu no engenho Dromedário, em Escada, uma mulher além do seu tempo, cuja inteligência, determinação e dedicação serviram de exemplo às suas conterrâneas.
 
Formou-se em Medicina pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro e foi a primeira médica a praticar a profissão no Estado de Pernambuco.

Texto extraído do livro: 
"Dra. Maria Amélia Cavalcanti – uma vida, um ideal -- (Tentativa biográfica da primeira médica do Norte/Nordeste do Brasil)"

Autor: Prof. Ruy João Marques
Academia Pernambucana de Medicina – Edição 1983 - Oficinas Gráficas da Universidade Federal de Pernambuco - Páginas 57 a 87 


Gentil contribuição do Dr.  Mário Vasconcelos Magalhães, cunhado da minha prima Cora Lúcia Miranda de Barros Carvalho, filha de Dilermando de Barros Carvalho e Clélia Miranda. 

Vale salientar que o Prof. Ruy João Marques era primo de 2º. grau da Dra. Maria Amélia. Sua mãe – Antônia Cavalcanti de Albuquerque --era prima em 1º. Grau da Dra. Amélia Cavalcanti de Albuquerque. O pai de Maria Amélia, João Florentino Cavalcanti de Albuquerque Júnior foi irmão de Aristides Brasi;iense Florentino Cavalcanti de Albuquerque Holanda, casado com Ana Neomísia Cavalcanti de Albbuquerque Uchoa, pais de Antônia Cavalcanti de Albuquerque, 
 (mãe do Dr. Ruy Marques) e de Gaspar Florentino Cavalcanti de Albuquerque (esposo da Dra. Maria Amélia).  João e Aristides eram ambos filhos do Tenente-Coronel João Florentino Cavalcanti de Albuquerque e Antônia Florentina de Albuquerque (primos co-irmãos).


Registro Civil de Casamento - Boa Vista, Recife
Março de 1897 a Junho de 1898 - Páginas 32 e verso - Termo 1527

 

Aos vinte treis dias do mez de Setembro de mil oitocentos e noventa e sete nesta cidade do Recife à Rua do Conde da Boa Vista número vinte quatro às cinco horas da tarde presente o Doutor João Joaquim de Freitas Henriques, Juiz de Direito do quarto distrito de casamentos, comigo escrivão interino e as testemunhas abaixo mencionadas e assignadas receberam-se em matrimônio pelo ????? comum:

 

GASPAR FLORENTINO CAVALCANTI, solteiro, empregado no comércio, com vinte nove anos de idade,

filho legítimo de
ARISTIDES FLORENTINO CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE, já falecido e de Dona
ANNA LEONÍSIA CAVALCANTI UCHOA,

naturais deste Estado e residentes na freguesia da Boa Vista,

 

e

 

Doutora MARIA AMÉLIA CAVALCANTI, médica, solteira, com quarenta e treis annos de idade,

filha legítima de
JOÃO FLORENTINO CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE e de Dona
ERUNDINA CAVALCANTI, digo, e de Dona ERUNDINA FLORENTINA CAVALCANTI,

naturais deste Estado e residentes na freguesia da Boa Vista.

 

Em ????? do que lavrei o presente termom com que depois de lido e ???? conforme assignam os Contrahentes com o Juiz
e as testemunhas:

 

Octaviano de Siqueira Cavalcanti, com trinha e um annos de idade, Magistrado e residente na freguesia da Boa Vista, provisoriamente.
Major José Theodoro Pereira de Mello, com cincoenta annos de idade, residente na freguesia da Boa Vista

Eu, Francisco Domingues Ferreira dos Santos, escrivão interino, escrevi.

Assinaturas:

 

João Joaquim de Freitas Henriques
Gaspar Florentino Cavalcanti
Dra. Maria Amelia Cavalcanti
Octaviano de Siqueira Cavalcanti
José (ilegível)
Cármen Oliva Zárate de Mello
Catharina Eulália S. Siqueira Cavalcanti
João Florentino Cavalcanti de Albuquerque
(ilegível) Siqueira

 

Nota inscrita ao lado do Registro:


Os contrahentes a que se refere este termo de casamento, foram desquitados conforme a sentença de dezenove de Outubro de mil novencentos e vinte e dois, proferida pelo Doutor José Ulysses Lemos, Juiz de Direito interino da quarta Vara da Capital, confirmada por accordão do Superior Tribunal de Justiça, lavrado em dezesseis de Fevereiro de mil novecentos e vinte e trez, conforme se verifica da certidão passada pelo escrivão de apelações Humberto de Albuquerque Coimbra, Recife, nove de Maio de mil novecentos e vinte e trez. Eu, José Alfredo dos Santos, escrivão - escrevi. CONTINUE LENDO






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