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O POPULAR / O ENTRUDO / O SERROTE/ O FOCO / A LUCTA /O DIABO.HISTÓRIA DA IMPRENSA DE PERNAMBUCO (1821-1954) V. 14: MUNICÍPIO VITÓRIA DE SANTO ANTÃO.PERNAMBUCO


O POPULAR - Órgão Político, Literário e Noticioso - Semanário de
propriedade “de uma Associação”, começou a circular no dia 4 de janeiro
de 1908, em formato 37 x 25, com quatro páginas de três colunas,
obedecendo à seguinte tabela de assinaturas, para o Interior: ano -
10$000; semestre - 5$000; trimestre - 3$000. Número do dia - 0$300;
atrasado - 0$500. Anúncios, por linha - 0$140; nos editoriais - 0$200; ao
assinante - grátis até vinte linhas, e as excedentes a 0$100.


O artigo de apresentação fez o elogio da política do Conselheiro Rosa
e Silva e dos seus delegados no município: Antonio de Melo Verçosa
(prefeito) e Henrique Lins Cavalcanti de Albuquerque. Em seguida, punha
as colunas do jornal à disposição de todas as classes — operários,
lavradores, comerciantes e artistas, para manifestarem suas opiniões,
quer de interesse particular, quer em beneficio da coletividade. Findou
esclarecendo que os seus redatores eram moços “modestos, criteriosos e
simples”.


Impresso na tipografa de J. Agostinho Bezerra, na rua do
Imperador, 31/33, no Recife, logo no segundo número começou a ser
confeccionado em oficinas próprias, localizadas, com redação e escritório,


nota.Não consta da relação de “Anais”.
Também não a mencionou a obra citada. Quanto aos Livros de sortes, nesta páginas
referidos, deles não se ocupava, ordinariamente, Alfredo de Carvalho.


à rua Pedro Lins (atual Ruy Barbosa), 44, depois transferidas para o
prédio nº 2 da travessa do mesmo nome (atual Mateus Ricardo), ao
mesmo tempo que aumentou o formato para quatro colunas; passados
três meses, para cinco e, já no nº 45, para seis, terminando na estatura
de 53 x 37. Por sua vez, a velha tipagem inicial foi substituída,
proporcionando lisonjeira feição material.

A partir do nº 4 constou do cabeçalho: Propriedade de Antonio de
Melo Verçosa. No expediente: “redatores - diversos” (estes “diversos”
eram Joaquim de Oliveira Melo e Inácio Pereira de Brito); diretor-gerente
- Austriclinio Paes Barreto. Cabia a Henrique Lins, de modo implicito, a
direção politica.


Circulando normalmente, O Popular inseria matéria variada, do
editorial, sobre temas gerais, ao amplo noticiário, repleta de anúncios a
última página. Não faltou a parte humorística, com as “Cócegas” e os
versos ligeiros “Cromos”, mais adiante substituídos pelos “Retratos”,
ambos de Jacques Milkau (pseudônimo de Oliveira Melo, que também
escrevia a crônica “Retalhos”; nem faltaram uma “Seção Comercial”,
charadas, “A pedido” e Atos Oficiais da Prefeitura. Os nºs de 10 a 13

circularam acompanhados de Suplemento, em tablóide de quatro páginas.
Durante algum tempo, o periódico estampou, sob o título geral
“Bouquet”, um soneto em coluna dupla da primeira página, onde
apareciam, afora transcrições, originais de J.R.S. Duarte, A. Mendonça,
Carlos Coelho, Gil Pimpão, Walfrido Leonardo Pereira, Isaias Gomes de
Matos e Silva, Leovigildo Júnior, Lídio Gomes, Severino Barbosa, Gervásio
Fioravante, Olímpio Fernandes, Franklin Seve e José Américo de Almeida.
Entre os colaboradores em prosa contavam-se, com produções
esporádicas, Bartolomeu Anacleto, Adolfo Silva (“Cartas do Recife”); José
Teófilo, que escreveria sobre o tema Agricultura por toda a vida do
periódico; H. Lopes, J. Diniz (pseudônimo de José Duarte Gonçalves da
Rocha), com a série de artigos “Ensino Público”;Tay autor de interessantes
crônicas procedentes do Recife, que ocultava o nome do bacharelando
Juarez Gambetá, a par da seção do mesmo quilate “Rabiscando”, do
redator, também bacharelando, Oliveira Melo; Ventura Cravo, Porthos,
etc.


O nº 52, de 4 de janeiro de 1909 comemorou o primeiro aniversário
d’O Popular, cujo editorial alusivo reafirmou sua fidelidade à política
rosista. A edição acompanhou-se de pequeno avulso, em papel
assetinado, nele estampado o clichê do proprietário Melo Verçosa, como
homenagem da redação. A subseqüente dedicou grande espaço aos
festejos da data aniversária. Apareceu, então, explícito, o corpo redacional
completo: diretor e redator responsável - Austriclino Paes Barreto;
redatores - Alfredo Odion Silvério Coelho, Joaquim de Oliveira Melo e
Inácio Pereira de Brito; gerente das oficinas - José Correia de Andrade Melo.


Dias após, além das edições comuns, lançava-se, a 16 e 23 de
janeiro, o Boletim d’O Popular, em pequeno formato de três colunas, só
impresso de um lado, contendo o noticiário de uma greve do pessoal da
Great Western (hoje Rede Ferroviária do Nordeste).


Nesse ano, já aumentada a quantidade de reclames comerciais,
surgiam novas seções, em substituição, tais como: “Binoculando”, depois,
“Machadadas”; depois, “Minha Seção”, todas de Jacques Milkau; “Pitadas”,
por Junqueira Milton (o mesmo Oliveira Melo); “Coluna Alegre”; “Cromos”,
por Black “Máximas”; “Adágios”; “Cartas de Família”, por Bento Messias;
“Meus Bilhetes”, por Judite das Mercês (ainda Oliveira Melo);
“Humorismo”, etc.; e mais colaboradores, a salientar Edwiges de Sá
Pereira, Oscar Bandeira, Leovigildo Júnior, Aníbal Rego, Vital Melo, A.
Oliveira e F. Palma.


Iniciado, porém, o segundo semestre, ocorreu uma crise redacional.
Assim é que, já retirado Inácio de Brito, afastou-se Oliveira Melo “por
motivo de saúde” e, uma semana após, saía Odilon Coelho sem motivo,
ficando Austriclinio Paes Barreto na função de “diretor e redator único”.
Transcorrido um mês, precisamente a 28 de agosto, este último, numa
declaração abrindo a primeira página, retirava-se, por sua vez, alegando
“motivos de ordem política e social”, no que foi acompanhado peio
gerente. Na edição a seguir, reapareciam no antigo posto os redatores
Oliveira Melo e Inácio Brito, aos quais veio a juntar-se a 1º de janeiro de
1910, Antonio Guedes Alcoforado, antes colaborador, quando se agregou,
igualmente, Samuel Ramos, na qualidade de gerente, cargo, todavia, que
logo vagou e não foi preenchido.


Não teve mais solução de continuidade a vida d’O Popular, salvo na
substituição de crônicas e cronistas. Foram novos: Boêmio. S.S. da
Simplicidade Simples, autor da “Gazetinha”; Xis, com os “Pensamentos”;
Diógenes Dias, o das “Confidências”; Aga (Guedes Alcoforado), com as
notas “Cavando Ruinas”, seguidas das “Apostilas”; L. D., que assinava
“Coluna Religiosa”; Nicles, colocado “À porta do cinema”, e Célio Meira
(anagrama de Ceciliano de Oliveira Melo) que, sendo revisor, desde 1908,
estreou na letra de forma a 3 de dezembro, firmando crônicas fantasiosas,
padrão que manteve enquanto viveu, na primeira fase, o jornal de que era
redator o seu irmão.


A 7 de janeiro de 1911, solenizando a data do terceiro aniversário,
lia-se no editorial respectivo: “O Popular não precisa mais de dizer que foi,
é e será órgão defensor do Partido Republicano de Pernambuco...”.
Os anúncios já ultrapassavam duas páginas e a parte redacional
ressentia-se do brilhantismo dos primeiros dois anos. Durante 1911,
foram raras as matérias de maior interesse, merecendo destaque a seção
“Gramaticando”, de José Bálsamo (outro pseudônimo de Guedes
Alcoforado) e a colaboração de Joana Ramos. Era cobrador e repórter Severino Nascimento.



Sobreveio a propaganda da candidatura Rosa e Silva ao governo do
Estado, cujas eleições, marcadas para 5 de novembro, deram lugar a
agitações públicas e ao fim da existêntica d’O Popular, que tinha circulado
na véspera, dia 4, e não voltou mais à tona.
Circularam duzentos números, ao todo, sem que houvesse uma única
lacuna na distribuição semanal, nem faltando, no cabeçalho, o nome do
proprietário - Antonio de Melo Verçosa106.
Depois de longo período, reapareceu o semanário — ano XIX, nº 1 —
a 1º de maio de 1927, “dedicado somente aos legítimos interesses de
Vitória”.


Lia-se no artigo-programa:
Já há tempos existiu, nesta cidade, com o mesmo nome e de propriedade do ilustre
coronel Melo Verçosa, um jornal de que naturalmente não estarão esquecidos os
vitorienses. Aproveitamos-lhe o título, altamente significativo, e os mesmos
propósitos sociais e políticos. Com a feição de jornal o mais moderno possível,-
pretendemos nos colocar ao nível das possibilidades de Vitória.
Obedecendo ao mesmo formato anterior, teve como diretores
Severino Nunes Lins, Flávio Meireles e Irineu Maciel, sendo órgão oficial
do Município. Inseria manchetes na primeira página, bons editoriais e
colaboração dos irmãos Corina e Manuel de Holanda, Adolfo Lins, Marta de
Holanda e outros.


A 20 de agosto do mesmo ano, Ovídio Verçosa Filho assumiu a
propriedade do periódico, que, no dia 19 de novembro, passou a usar,
abaixo do título o slogan “Pátria sobre tudo”. A esse tempo, Flávio
Meireles ficou sozinho na direção, admitindo Teixeira de Albuquerque na
qualidade de redator, mas este não demorou, no cabeçalho, mais que um
mês. Como principais colaboradores figuraram, a seguir, José Miranda e
Aureliano Teixeira.


O Popular continuou a publicar-se sem interrupção, assim alcançando
1930, para tomar-se, em abril, órgão do Partido Republicano. No mês
seguinte entrava Célio Meira para a função de redator, enquanto o diretor
era substituido por Quintino Cavalcanti.


Extinguiu-se, contudo, a vida do jornal, uma vez divulgada a edição
de 4 de outubro do vigésimo ano107 . Era impresso em oficinas próprias,

nota A tipografia d’O Popular foi vendida, em julho do ano seguinte, ao capitão Emílio
Pessoa de Oliveira, que a transportou para o Recife, a fim de imprimir o O Leão do Norte.
Com o advento e vitória da Revolução de Outubro, deixou O Popular de circular, pois
representava uma idéia vencida no tempo e no espaço” - tópico da “Coluna do Instituto


cujo material veio a ser adquirido, em fevereiro de 1932, pela empresa O
Lidador.
Ainda teve O Popular uma terceira fase, iniciada a 23 de fevereiro de
1952108, apresentando-se como “Jornal de Interesses Municipais”. Instalou
redação à rua Barão do Rio Branco, 2, sendo impresso no Recife, nas
oficinas gráficas da Policia Militar. Sob a direção de Guedes Alcoforado
Filho, a chefia da redação estava confiada à H. Cavalcanti (capitão Pedro
Holanda) e a secretaria ao major João Rodrigues. Na gerência - José
Ferreira da Costa. Assinaturas: - Cr$ 60,00; semestre - Cr$ 35,00;
trimestre - Cr$ 20,00. Preço do exemplar - Cr$ 1,00.


Ao contrário da anterior orientação político-partidária, o semanário,
que modificara o formato para 50 x 30, voltava ao campo da luta
jornalística — dizia a nota de abertura — com um único fito: defender os
interesses do município”. Não era órgão oficial ou oficioso; tinha as suas
colunas “livres e independentes”. Servia ao Município, porque assim servia
ao povo.


Boa edição de seis páginas, inseriu matéria bastante variada,
sobretudo, noticiosa e informativa; o comentário “Das Galerias”, Onika:
“Coluna do Instituto Histórico”; “Pela Educação”, de Antenor Gomes;
“Problemas Municipais”, etc., terminando com o artigo de Pedro de
Holanda; “Última Coluna”.


Circularam, apenas, mais dois números, o último dos quais, o 3º,
datado de 29 de março, procrastinada a publicação por dificuldades
financeiras. No segundo, começaram as “Minutas”, crônica de J.A. (José
Aragão); e, desde o início, constaram da abertura das “Sociais” sonetos
de J. Roiz (travesti do major José Rodrigues) ou Milton Souto.
A reduzida quantidade de reclames comerciais talvez tenha
motivado o fracasso da terceira fase do bem feito jornal (Biblioteca Pública
do Estado)109.

O ENTRUDO - Folha carnavalesca, circulou a 1º de março de 1908,
tendo como redatores: “300 e tantos”. Formato 30 x 20, com quatro
páginas de três colunas, vendeu-se o exemplar a 100 réis.
Divulgou editorial alusivo; soneto e crônica de Jacques Milkau
(pseudônimo de Joaquim de Oliveira Melo), mais matéria variada,
incluindo pastiche de frases de destacados vitorienses. Ilustração sumária
e quase nada de anúncios (Biblioteca Pública e Arquivo Público do Estado).


O Entrudo, que era uma iniciativa dos tipógrafos e do impressor do
periódico O Popular, deu à luz o nº 2 (e último) no dia 20 de fevereiro de
1909, apresentando-se muito chistoso (Inf. d’O Lidador).

O SERROTE - Órgão Noticioso e Humorístico - Entrou em circulação
a 10 de maio de 1908, no formato 25 x 15, com quatro páginas de duas
colunas. Diretor - Zé Carpinteiro. Impresso e com redação na Tipografa
Popular, custava 100 réis cada exemplar.
Dizendo-se, no artigo-programa, orientado por “um grupo de moços
moralizados e inteligentes”, O Serrote, embora “luzidia lâmina de aço de
dentes ponteagudos, a fim de serrar tudo que lhe pareça conveniente”,
proporcionaria “as boas pilhérias, o espírito fino, o chiste ameno e
espontâneo, a gargalhada franca”.
Foi, realmente, o de que se ocupou o jornalzinho, em seções como
“Serrando”, “Apitando”, “Com que O Serrote imbirra...”, “Telegramas”,
notas breves e epigramas. Principais colaboradores: A.S.C e Serrinha, que
deu início à crônica “Cartapaço”.
Avistado, apenas, o nº 1, se é que houvesse prosseguido a
publicação (Biblioteca Pública do Estado).

O FOCO - “Surgiu em 29 de novembro de 1908. Faltam notícias
(Documentário, de J. Aragão).

A LUCTA - Quinzenário “noticioso, político e literário”, existiu em
1908 (não recordados mês e ano), redigido por Célio Meira e José
Alexandre, que se apresentavam com os pseudônimos Cícero Maia e
Juvenal da Macedônia, respectivamente. O segundo deles “era o
secretário. Possuia letra bonita, arredondada, simétrica e, pacientemente,
sem erro nem omissão, copiava os artigos110.
Que tempo teria vivido? Nenhum exemplar guardado. Nem também o
sabe, desajudado pela memória, o escrito sobrevivente.
No ano seguinte, já no Recife do Internato 19 de Abril, Célio Meira
fundava, com alguns colegas, outra A Lucta, igualmente manuscrita (Ver
Vol. VII desta obra).
Foi o início de uma atuação jornalística que já ultrapassa os 60 anos.

O DIABO - Órgão do Clube Tieres do Diabo - Circulou, pela primeira
vez, no Carnaval de 1909, dia 20 de fevereiro, impresso na tipografia d’O
Popular. Tal notícia foi veiculada por O Lidador, o qual, um ano decorrido,


Notas extraídas da crônica “Um gerente de banco”, de Célio Meira, no Diario de
Pernambuco de 15 de junho 1958.


informou, igualmente, haver saído a folha carnavalesca a 5 de fevereiro
de 1910.
Só a partir do ano IV, nº 4, de 13 de maio de 1913, são encontráveis
comprovantes d’O Diabo, que tinha como redator-chefe - Belzebuth;
redator-secretário - Caifaz colaboradores - Os Diabinhos. Impresso na
Tipografia e Papelaria Vitória111, publicaram-se mais três números no
mesmo ano, sendo o último deles a 15 de dezembro, apresentados no
formato 36 x 23, com quatro páginas e matéria variada. Distribuição
gratuita.


O nº 1, ano V, saiu no Carnaval de 1914, datado de 22/23/24 de
fevereiro, obediente a nova equipe, a seguinte: redator-chefe – Caronte;
secretário - Cupido; gerente – Hiperon, propriedade do Clube de
Diversões Títeres do Diabo. No sub-título: “Orgão Literário, Crítico,
Humorístico e Noticioso”. Inseriu sonetos de Samuel Campelo o Porfirio
Chaves; conto de Arioste; versos e T. Grande, Droga, etc.
Passa-se para o nº 9, ano V, de 14/15/16 de fevereiro de 1915,
quando voltou à tona o corpo redacional primitivo, sob a chefia de
Belzebutch. A 7 de setembro, também de 1915, via-se publicado o nº 11,
ano VI, em homenagem à data. Impresso nas oficinas do Bazar
Vitoriense, assim como os demais.


De 1916 existe o nº 10, ano VI de 5/6/7 de março. Outros mais:
nº13, ano VIII, de 2/3/4 de março de 1919, nº 11, ano IX, de 11 de
janeiro de 1920, nº 15, do mesmo ano, datado de 15/16/17 de fevereiro.
Nº 16, ano XI, de 6/7/8 de fevereiro de 1921.
Saiu feito revista, contendo doze páginas, afora a capa, a 26/27/28
de fevereiro de 1922 - nº 17, ano XII - inserindo colaboração variada,
inclusive de Musael do Campo e Mário Marino, que eram,
respectivamente, Samuel Campelo e Silvino Lopes.


Voltando ao regime de quatro páginas, há o nº 18, ano XIII, datado
de 22/23/24 de fevereiro de 1925, este último impresso no Recife, nas
oficinas do ABC Gráfico. Foi o fim.
Belzebuth manteve em boa forma a sua coorte de colaboradores nas
colunas d’O Diabo, a saber: Bluteau, Dr. Xisto, Jamelino. Charonte,
Pequeno Capeta, Frei Teocando, Barbino Justo, O Cão Com a Dor, Veleiro,
Cérbero, Aga, etc. (Biblioteca Pública do Estado e Instituto Histórico de Vitória.


A Tipografia e Papelaria Vitória, pertencente a João Batista da Silva Costa,
recuperava-se de um incêndio nas suas instalações, ocorrido a 2 de junho de 1910, que
foi, segundo a tradição, o maior sinistro, no gênero, a que a cidade já havia assistido.
112 Mesmo que reunidos, não formariam coleção completa os exemplares d’O Diabo


Luís do Nascimento
História da Imprensa de Pernambuco

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