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Vereadores se comprometem ajudar na restauração do secular Sobradinho

Inst Hist na camaraSobradinho será restaurado com a ajuda dos vereadores vitorienses


A relíquia histórica arquitetônica mais antiga da Vitória de Santo Antão, datada de 1730, situada a Rua Imperial – no Centro da cidade, se encontra com sua estrutura física comprometida. O Instituto Histórico e Geográfico da Vitória tentou por inúmeras vezes uma ação por parte da Prefeitura, e segundo a entidade, nada foi estabelecido até o momento. O apelo se deu na reunião da quinta-feira (18), no Plenário da Casa Diogo de Braga, que recebeu o presidente do Instituto, Pedro Humberto Ferrer, bem como a Profa. Severina Moura, presidenta da Academia Vitoriense de Letras.
DSC01548No documento apresentado por Pedro Ferrer, apela urgentemente pela recuperação do Sobradinho por se tratar de um patrimônio histórico, pelo qual abriga atualmente a Academia Vitoriense de Letras. Informou que várias cobranças, precisamente onze tentativas para resolver o problema, foram feitas ao Prefeito Elias Lira (PSD). “O Sobradinho já pertence efetivamente ao Instituto Histórico. É um símbolo da história do Século XVIII. É tão antigo quanto a Igreja do Rosário na Matriz, sendo necessária e justa a sua restauração. Orçamos o valor de R$ 15 mil para começar e concluir a obra”, relatou Ferrer. Há um temor por parte das entidades perderem o Sobradinho, assim como ocorreu com outros prédios históricos vitorienses.

O vereador Antonio Gabriel do Nascimento, conhecido por Toninho (PR), oferece uma proposta para que os onze edis façam a doação para restaurar o prédio. “Sugiro aos vereadores fazerem uma cota e o Poder Executivo arcar com o restante”, asseverou. Todos concordaram por contribuir com a cota.

Dr. Saulo Albuquerque (PSB), atenta para que o prefeito de Vitória deva estar presente nesta cota e assumir também a sua responsabilidade na preservação da memória histórica e cultural de Vitória. Os representantes do Instituto parabenizaram os parlamentares pela iniciativa em colaborar de modo individual com a reforma, informando que incentivará a outros profissionais e empresas a também fazer sua cota de participação nestes custos. (LN). link do artigo aqui

Personagens Vitóriense -PE



Antonio da Rocha de Hollanda Cavalcanti e Euthalia Cavalcanti de Albuquerque [Engenho Taquary, Vitória de Santo Antão, PE. Bacharel, juiz de direito]
link da foto clik aqui


Carro desenhado no formato de um sapato de salto alto

Homem testa um carro desenhado no formato de um sapato de salto alto. O veículo foi fabricado na Índia, faz parte de uma série desenhada pelo designer local Sudhakar Yadav e atinge velocidade máxima de 12 km/h
link do artigo clik aqui

Casa Diogo de Braga contará com todo seu arquivo digitalizado


A atual gestão na Mesa Diretora da Câmara de Vereadores da Vitória de Santo Antão ao pesquisar documentos do Setor de Arquivo da Casa, sentiu a necessidade de guardá-los de forma adequada para não perder dados históricos significativos da sua existência.
 severina arquivo
Em entrevista com a Chefe do Arquivo Severina Calixta da Silva Nascimento, que exerce o cargo como efetiva desde 2000, informou que se encontram no setor, documentos históricos manuscritos da época em que a Câmara Municipal intitulava-se Conselho Municipal, lá ainda estão disponíveis: Registro de Leis e Decretos de 1893, Livro de Portaria e Nomeação de 1892 a 1920, Livros de Empregados de 1892, Regimento Interno de 1923 a 1930, Registro de Leis Municipais de 1926, Livro de Registro de Portarias de 1926, Ata de Sessão Solene de 1939, Decreto sobre Divisões Distrital e Zonas Urbanas e Suburbanas do município de 1938, dentre outros.
Dos documentos mais recentes, a responsável citou que estão Arquivo Morto de Comissionados, Portarias, Decretos, Atas, Requerimentos, Protocolos, Leis, Balanço Geral da Contabilidade, Processos do Tribunal de Contas do Estado, Fichas Financeiras, Livro de Tombamento, CDs e Fitas Cassetes de gravações das sessões realizadas até então.
O presidente Edmo Neves (PMN) avaliando a importância histórica e da transparência dos trabalhos da Câmara Municipal, segue na contratação de uma empresa especializada para digitalizar todos estes documentos e em um futuro próximo disponibilizará no Portal da Casa bem como no Instituto Histórico da cidade para pesquisas. (DA)
link do artigo clik aqui

Tiro de Guerra 07.004 auto do reservatório 1981


Na primeira foto, terceiro grupo de combate  soldados atiradores,  da direita para esquerda  
1º.Cb. Edmilson, 2º.Cb,R Izaias, 5º atirado Pequeno,8º Cb.R Maximino,

2ª Foto
a frente o comandante SGT,Eudes 05 Julho de 81 Juramento a bandeira em Pacas 
os curiosos são as criança do internato






túnel do tempo 1987

SOLDADO PEDROSO EM  VITÓRIA-PE
FOTO TIRADA EM FRETE DA FARMÁCIA AVENIDA


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Inauguração do cine iracema

iracema

Hoje, 05 de abril de 2013, está completando 66 anos da inauguração do Cinema Iracema na nossa cidade. O dia cinco de abril de 1947, dia da inauguração, foi um dia de sábado. Segundo comentários de pessoas mais velhas, a expectativa era grande, em todos os segmentos da população na pacata, e ao mesmo tempo mutante, Vitória na metade do século 20.
Os proprietários do empreendimento foram os irmãos João Sabino de Andrade eLuis Boaventura de Andrade. Sem sombra de dúvidas o CINE IRACEMA marcou várias gerações, em uma época, de grandes transformações na nossa cidade.
Cinema Conv (1)
Consta em meus arquivo que o “negócio” cinema, na metade do século passado, data de inauguração do Cine Iracema, não era propriamente uma novidade em Vitória, já que consta notícia no Jornal local, O POPULAR, em 06 de novembro de 1909, que estampava o seguinte:
Exibir-se-á, amanhã, no Recreio Dramático Familiar, um bem arranjado cinematógrafico de propriedade do nosso amigo Joaquim Neves, custando uma entrada 500 réis. Todos devem comparecer. É tão barato!…”
Pois bem, o empreendimento deu tão certo que anos depois os proprietários realizaram     uma ampliação nas instalações do CINE IRACEMA, tornando-a apta à acomodar, de maneira confortável, mais de 1.000 pagantes.
Cinema Iracema _ (1)
É com essa pequena lembrança no dia de hoje pelo Blog do Pilako,  que marcamos a passagem do aniversário de 66 anos da inauguração do CINE IRACEMA em nossa Cidade. Para brindar o acontecimento publicaremos um artigo, escrito na Revista do IHGVSA Vol.XII de 1995, que bem retrata a singularidade do sentimento de um dos seus proprietários.
Luiz BoaventuraEra rotineiro, trinta anos atrás, os cinemas da cidade divulgarem sua programação diária através de cartazes, de vistosos letreiros, expostos em pontos estratégicos do centro, presos nos postes de distribuição de energia.
O Cine Iracema, dirigido durante vinte e cinco anos por nossa pessoa, usava seis cartazes nos dias uteis: um na esquina da Igreja do Rosário, outro no cruzamento da Rua Rui Barbosa com a Avenida 15 de Novembro, mais um na Praça Diogo de Braga; outro ainda na Praça Duque de Caxias; e os dois últimos na Rua Imperial e na Vidal de Negreiros. Em dia de domingo a divulgação era reforçada com mais quatro e até seis cartazes.
Pintar os coloridos cartazes era a especialidade de Antônio Bernardino, que se esmerava em competir com o cartazista do Cine Braga.
O artista residia em uma dependência do próprio cinema, onde trabalhava nos horários de inspiração.
O Sr. Antônio Bernardino foi nosso colaborador dedicado, na programação do Iracema, apontando-nos reprises oportunas de filmes que ele próprio exibira quando gerente (que fora) do Braga e do Cine Rio Branco. Assim é que não cansava de nos recomendar o Anjo Azul, versão de Marlene Dietrich; O Ladrão de Bagdá, com Sabu; O Rei dos Reis, de Cecil B. de Mille; O Mágico de Oz, com Judy Garland, seus filmes favoritos.
Ademais, com zelo inexcedível, Antônio Bernardino assistia a todas as exibições, e era vigilante fiscal da conduta dos frequentadores. Quando ouvia qualquer vozerio perturbador na sala de exibições, ia-se achegando, silenciosamente, do grupo, para conhecer a causa da agitação, explicar irregularidades ou pedir silêncio.
Foi assim que em uma segunda-feira de público reduzido, o Sr. Antônio Bernardino notou que o ex-prefeito Manoel de Holanda entrava no Iracema, acompanhados de convidados do Recife, para ver um aplaudido filme classe A. O senhor Antônio Bernardino procurou, nessa noite, esmerar-se no zelo pelo silêncio.
A certa altura do filme, comentários de um grupo, em voz alta, elevaram-se no silêncio dos demais espectadores. O zeloso Bernardino foi aos poucos se aproximando do grupo e, dando de cara com o Sr. Manoel de Holanda, ouviu-o rir divertidamente e comentar com os visitantes.
“Não apostei que ele iria surgir para tomar providências?”.
(—-*—-)
Com este pequeno registro desejamos deixar para a memória da cidade o testemunho do amor e da dedicação com que, anonimamente, o saudoso Antônio Bernardino de Sena trabalhou, anos a fio, pelo cinema na Vitória.
(REVISTA DO INSTITUTO HISTÓRICO DA VITÓRIA DE SANTO ANTÃO – VOL. XII – 1995. PÁG. 41 A 42)
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