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Anúncios antigos de Máquinas de Escrever

A história da Máquina de Escrever, um dos instrumentos que muito contribuiu para a construção dos nossos livros e da nossa Literatura, e que serviu como verdadeiro monumento para à escrita, através de anúncios publicados ao longo de sua existência

 Máquina de Escrever "Royal" - Anúncio de 1933
  Máquina de Escrever "Royal" - Anúncio de 1939
  Máquina de Escrever "Royal" - Anúncio de 1937
  Máquina de Escrever "Royal" - Anúncio de 1939

 Máquina de Escrever "Royal" e "Allen Wales" - Anúncio de 1939


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Fonte:

Revista "Belo Horizonte", edições de 1933, 1937 e 1939, disponível digitalmente no site do Arquivo Público da Cidade de Belo Horizonte
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Alpha Monitoramento 24 horas


Seu Vino foi vereador numa época de tranquilidade política

                             SrVino-horz

Surge em uma década de transição institucional em que a Casa Diogo de Braga deixava seu caráter de Conselho Municipal com cinco membros para assumir a postura de Câmara já com 11 parlamentares, sob a primeira presidência do então vereador Osvaldo Evaristo da Cruz Gouveia, entre 1950 a 1954. Justamente nesta legislatura, aos 37 anos, que Severino Dionísio das Neves, foi eleito vereador com 198 votos pela UDN/Arena, assumindo a função de Secretário da Casa. Seu Vino, como é popularmente conhecido em Vitória de Santo Antão/PE, nasceu no dia 25 de novembro de 1913, em uma família com seis irmãos. Seus pais, Severino das Neves e Belmira Júlia da Costa, eram proprietários da antiga Loja de Sapatos Aleixo, instalada à época na Praça Duque de Caxias, Centro do Município.

“Lembro que éramos onze vereadores e recebíamos um salário de subsistência. Todos sempre prezavam pela harmonia política e havia respeito e amizade entre nós. Não me lembro de ter ocorrido conflitos políticos, os trabalhos legislativos eram tranquilos”, relatou Seu Vino, o único vereador ainda vivo daquela legislatura, a qual estava instalada na Rua Melo Verçosa – no Centro. Questionado sobre o que o motivou a entrar na vida pública, contou que foi pelas mãos do político que admirava. “Eu trabalhava gerenciando a loja de sapatos do meu pai, nunca tive pretensões políticas! Até que um dia fui convidado para ser candidato pelo grande amigo Inácio de Lemos que apoiava para prefeito em 1950 o candidato Manoel de Holanda Cavalcanti”, confessou.

Para ele, a maior liderança política naquele período em Vitória de Santo Antão era Inácio de Lemos. Ele foi presidente da Câmara, assumiu mandatos como Deputado Estadual e chegou a assumir interinamente o Governo de Pernambuco. Inácio de Lemos era comerciante e proprietário de um grande depósito têxtil, que funcionava onde hoje se encontra a Rua Eurico Valois (antiga Estrada Nova).

Com Manoel de Holanda prefeito, a Câmara era composta conforme ele conseguiu se lembrar, por Osvaldo Gouveia, Zé Bonifácio, Seu Didi, Antonio Lorena e Antonio Simplício (ambos de Pombos), e o seu Vino.

Severino Dionísio das Neves relatou a equipe do Site da Câmara de Vitória que sua atuação como parlamentar contou com a ajuda de outro amigo, o Professor José Aragão, escritor que organizou a trilogia da História de Vitória de Santo Antão, ambos estudaram juntos. Seu mandato foi responsável pela proposição de instalar um Posto de Saúde avançado no que ficou conhecido por décadas de “Posto Tracoma”, onde foi construído no que é hoje a Praça Duque de Caxias. Relata inclusive, que foi dele a sugestão de construir a Praça Duque de Caxias, convencendo o prefeito a concluir suas obras.

Desde então, tanto a família Ferrer de Moraes quanto a família Queralvares exerciam poder econômico e político em Vitória, porém segundo Seu Vino, quem detinha mesmo o poder político na região era Inácio de Lemos. O grupo político de Inácio de Lemos era forte, pois contava com Aurino Valois exercendo o mandato de deputado Federal e o próprio Manoel de Holanda. “O único político forte que fazia oposição a este grupo era o Sr. José Mixto Monteiro”, acrescentou. Perguntado sobre qual grupo político a família Queralvares apoiava, Seu Vino sublinhou que o patriarca da família, José Joaquim da Silva, conhecido por Nô Joaquim, era amigo do prefeito Manoel de Holanda, o qual mantinha com o grupo uma boa relação política.

Seu Vino confessou que se sente honrado de ter sido vereador por um mandato em Vitória, período que fez muitas amizades e participava de ações públicas que prezavam pelo desenvolvimento da cidade. “Era muito diferente de hoje, no geral parece que ultimamente a política foi contaminada com atitudes desonrosas”, comparou. (LN/equipe).
                                          Vino-tile

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EU SOU VITÓRIA DE SANTO ANTÃO



Eu sou Vitória de Santo Antão,
Mãe de todo cidadão
Chamado vitoriense.
Eu gosto da minha gente
Trabalhadora e competente.
Alguns são mais pobres,
Mais fracos, menos inteligentes,
Porém não são menos importantes.

Claro que nem tudo
Pode ser um mar de rosas.
Sou uma cidade,
Não tenho vaidades,
Sei bem dos meus problemas
E das minhas dificuldades.

Sou Vitória de Santo Antão.
Vitória das tabocas.
Vitória da libertação.
Eu sou a sua Vitória
E faço parte da história.

Você que é meu filho, que nasceu aqui,
Cuide bem de mim, fale bem de mim.
Eu sou Vitória de Santo Antão.
Me carregue no coração.
Me limpe, me trate, me ajude,
Ressalte as minhas virtudes,
Perdoe as minhas fraquezas.
Afinal, saber amar, perdoar, ajudar,
É sinal de nobreza,
Faça isso por mim.

egidio Timóteo correia Correia

FORMATURA MILITAR 2013 PMPE


SGT PEDROSO NA  FORMATURA MILITAR





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História da Cidade Pombos -PE

O povoamento dessa área data aproximadamente do século XVIII. Os irmãos José Manoel de Melo e Manoel Gomes de Assunção, proprietários dos primeiros engenhos banguês nas terras do hoje município de Pombos, construíram algumas casas nas margens do rio Água Azul, cujo lugarejo foi denominado TUBIBAS, e que tempos mais tarde quando já tinha 30 casas, foi comprado pelo Padre Galdino Soares Pimentel.

O Padre, junto com os habitantes primitivos, fez construir uma capela sob a invocação de Nossa Senhora dos Impossíveis, até hoje a padroeira do município.
Era grande a abundância de pombos selvagens nas matas circunvizinhas e caçadores vindos da Cidade do Braga (hoje Vitória de Santo Antão), após as costumeiras e bem sucedidas caçadas, diziam: "FIZEMOS O SÃO JOÃO NOS POMBOS". Esta expressão era usada com tanta frequência , que o lugar TUBIBAS passou a chamar-se oficialmente SÃO JOÃO NOS POMBOS, até quando passou a denominar-se POMBOS.

Formação Administrativa
Distrito criado com a denominação de Pombos, pela lei municipal nº 168, de 15-06-1908, criados também pela lei municipal nº 192, de 16-05-1914, subordinado ao município de Vitória.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o distrito de Pombos, figura no município de Vitória.
Pelo decreto municipal nº 6, de 08-11-1930, o distrito de Pombos, passou a denominar-se São João dos Pombos.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o distrito de São João dos Pombos, figura no município de Vitória.
Assim permanecendo em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937.
Pelo decreto-lei estadual nº 235, de 09-12-1938, o distrito de São João dos Pombos voltou a denominar-se Pombos.
No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, o distrito de Pombos figura no município de Vitória.
Pelo decreto-lei estadual nº 952, de 31-12-1943, o município de Vitória, passou a denominar-se Vitória Antão.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o distrito de Pombos permanece no município de Vitória de Santo Antão ex-Vitória.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1960.
Elevado à categoria de município com a denominação de Pombos, pela lei estadual nº 4989, de 20-12-1963, desmembrado de Vitória de Santo Antão. Sede no antigo distrito de Pombos. Constituído do distrito sede. Instalado em 22-02-1964.

Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o município é constituído do distrito sede.
Pela lei municipal nº 132, de 30-12-1968, é criado o distrito de Nossa Senhora do Carmo e anexado ao município de Pombos.
Pela lei municipal nº 133, é criado o distrito de Dois Leões e anexado ao município de Pombos.
Em divisão territorial datada de 31-XII-1968, o município é constituído de 3 distritos: Pombos, Dois Leões e Nossa Senhora do Carmo.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2005.
Alterações toponímicas distritais
Pombos para São João dos Pombos alterado, pelo decreto municipal nº 6, de 08-11-1930.
São João dos Pombos para Pombos alterado, pelo decreto-lei estadual nº 235, de 09-12-1938.
Transferência distrital.
Pelo decreto-lei estadual nº 952, de 31-12-1943, o município de Vitória passou a denominar-se Vitória de Santo Antão, passando o distrito de Pombos a pertencer ao município de Vitória de Santo Antão.
Gentílico: pomboense


Fonte: Biblioteca IBGE fonte link