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Atacante do Vera Cruz morre em acidente na PE-50



Por Márcio Souza, do Futebol no domingo

Um acidente de carro na noite desta quinta-feira (27), tirou a vida do atacante "Rei" - a jovem promessa do time do Vera Cruz, da cidade de Vitória de Santo Antão. Reidson Veridiano de Lima, tinha 23 anos e foi uma das peças fundamentais na última conquista do clube: o acesso à primeira divisão do Campeonato Pernambucano 2015. Reidson terminou a competição como terceiro artilheiro contabilizando nove gols. 

O jovem jogador foi vítima de um capotamento na rodovia PE-50,  entre as cidades de Vitória de Santo Antão e Glória do Goitá, ambas na Zona da Mata do Estado. O veículo onde ele estava (KHL - 3548), era ocupado por mais outras pessoas, segundo informações do Hospital João Murilo, para onde foi levado. Amigos do jogador lamenta sua morte pelas redes sociais.link

Sargento Vitorino do 21º BPM, da PMPE cria aplicativo que diz qual a viatura da PM está mais próxima de você

 Sargento Vitorino do 21º BPM, da PMPE cria aplicativo que diz qual a viatura da PM está mais próxima de você: o aplicativo só precisa que você tenha internet no seu smartphone ou tablet e as viaturas começam a aparecer no seu equipamento!

Veja as palavras do Sargento Vitorino

Pessoal agora temos mais uma nova arma de combate ao crime. Tratasse de um aplicativo que já está funcionando na área do 21 bpm e criada por mim Sgt VITORINO. Este aplicativo quando você acessa ele te dará a tua posição exata e o número da viatura mais próxima de você. Ele foi criado para economizar tempo ou seja em vez de você ligar pra o 190 ou o quartel você liga direto pra o companheiro que está de serviço cobrindo aquela área. Você não precisa instalar nada no seu celular basta ele ter internet que já funciona. Basta você entrar neste site: nacidadetem.com  

O aplicativo vai pedir que você permita que ele te localize e pronto. Esse projeto pessoal já foi mostrado por mim na DIN e agora me pediram pra esperar pra ser colocado em todo Estado.

O Sargento Vitorino explicou ainda que você tá aqui em Recife e um colega teu te liga e diz a você que no bairro da matriz lá em Vitória de Santo Antão tem um cara armado na praça, você digita o nome matriz no campo pesquisar localidade e o aplicativo vai te dar o número da viatura que cobre aquele bairro.Ou seja, nós teremos mais chances de capturar o elemento pois a viatura estar pelas intermediações.
Além do mais que não precisaremos contar com a sorte de é um colega que agente conhece ou não. Simplesmente teremos o telefone da viatura daquela área.


O Sargento Vitorino informa ainda que a maioria das apreensões de armas e drogas em nosso estado são através de denúncia e que com esse aplicativo seremos mais rápidos pra agir.

Sugerido sobre patentear logo o APLICATIVO, o Sargento Vitorino disse: 

isso já é um projeto que fiz na faculdade um TCC
Aí está mais amarrado! Agora vamos juntos e fortes pessoal colocar isso em prática.

A meta de erradicação dos lixões e instalação de aterros sanitários está prevista na Política Nacional de Resíduos Sólidos

Governo é contra prorrogação de prazo para fim dos lixões

A meta de erradicação dos lixões e instalação de aterros sanitários está prevista na Política Nacional de Resíduos Sólidos

 / Foto: Hélia Scheppa/JC Imagem


O Ministério do Meio Ambiente não considera a simples prorrogação do prazo uma boa solução para o problema dos lixões. O posicionamento continua sendo defendido pela pasta, mesmo após a aprovação, no Congresso Nacional, de emenda ao projeto de lei de conversão da Medida Provisória 651/14, que amplia o prazo para fechamento dos lixões e instalação de aterros sanitários até 2018. A decisão de vetar ou não a emenda, entretanto, será da presidente Dilma Rousseff.

A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, já havia ressaltado, quando a proposta foi aprovada na Câmara dos Deputados, que a simples prorrogação não provoca a discussão mais objetiva e necessária para tratar a questão dos resíduos sólidos, e continua sendo crime ambiental manter lixões em funcionamento. Para ela, é preciso respeitar também os quase 2,3 mil municípios que cumpriram a lei.

A meta, até agosto último, de erradicação dos lixões e instalação de aterros sanitários para destinação adequada dos resíduos sólidos, está prevista na Política Nacional de Resíduos Sólidos, sancionada em 2010. No projeto aprovado no Congresso, estados e municípios também ganharam prazo até 2016 para elaborar os planos estaduais e municipais de resíduos sólidos. Esse prazo venceu em 2012. Os planos são requisitos para que estados e municípios recebam dinheiro do governo federal para investir no setor.

A emenda foi mantida no texto aprovado no Senado, após o compromisso do senador Romero Jucá (PMDB-RR) de que a presidente Dilma Rousseff vetará o trecho, que foi inserido pela Câmara, apesar de o assunto ser estranho ao princípio da medida, que trata de incentivos ao setor produtivo. Se o texto fosse modificado, ele precisaria retornar para última análise dos deputados, e poderia perder o prazo de sanção.

Para a presidente do Instituto Ecoar, Miriam Duailibi, embora com alguns avanços, o Brasil ainda está atrasado na gestão dos resíduos sólidos, e o governo não deve voltar atrás e manter a posição, que é de interesse do país e não de segmentos que acham que estão sendo prejudicados.

"É perfeitamente possível que os municípios construam seus planos. Prorrogar prazos é uma tentativa absurda de não assumir responsabilidade e um descaso com as questões ambientais e de saúde pública. No interior de São Paulo, por exemplo, existem cidades ricas (com grandes receitas) com lixões a céu aberto. Isso é inadmissível", argumentou Miriam.

Segundo ela, independente do tamanho do município ou de sua receita, é possível que os gestores se adequem à legislação, de forma participativa, construindo parcerias com outros municípios, com a população, as cooperativas de catadores e empresas privadas, que também têm responsabilidade legal sobre os produtos que fabricam. "Se vai postergar a lei, as pessoas, empresas e prefeituras vão postergar a responsabilidade", disse.

Miriam explicou ainda que a política de reciclagem, antes da lei, era feita só por catadores, mas vem recebendo investimentos do governo federal e de algumas cadeias produtivas que  fazem a logística reversa. "Mais de 1 milhão de pessoas no país vivem da coleta de material reciclável, e podem viver com dignidade se agirmos de forma correta com nossos resíduos. As cooperativas estruturadas e os catadores organizados trabalham com mais segurança, com máquinas e equipamentos, e isso faz com que sua renda melhore muito", explicou.

Uma das alternativas para as cidades que não cumpriram a meta de destinação correta dos resíduos sólidos é assinar um Termo de Ajustamento de Conduta com o Ministério Público, que fiscaliza a execução da lei. Os gestores municipais que não se adequaram à política estão sujeitos a ação civil pública, por improbidade administrativa e crime ambiental.link aqui

Linhas férreas ocupadas de forma irregular no Agreste

Linhas férreas ocupadas de forma irregular no Agreste

Trilhos da Linha Tronco Centro, desativada, estão sendo aterrados e ocupados com moradia, estábulo e lava a jato. Veja a situação na sétima reportagem da série sobre o patrimônio ferroviário de Pernambuco


Cleide Alves

Desativada e sem uso, linha férrea está perdendo trilhos e dormentes no Agreste pernambucano / Foto: Michele Souza/JC Imagem

Desativada e sem uso, linha férrea está perdendo trilhos e dormentes no Agreste pernambucano

Foto: Michele Souza/JC Imagem

As estações de trem de Caruaru, Bezerros, Gravatá e Vitória, no Agreste pernambucano, não têm mais o entra e sai de passageiros que, no passado, eram transportados pela Linha Tronco Centro. Mas continuam de portas abertas, com atividades culturais. Se as edificações estão preservadas, apesar das descaracterizações para receber novos usos, o mesmo não se pode dizer das estradas de ferro. Os trilhos estão sumindo nas três cidades, seja por ocupações irregulares ou aterrados para dar lugar a carros.

Em Caruaru, pedaços da linha férrea por onde os trens de carga levavam até a capital a produção econômica da região – tabaco, mandioca, algodão e couro – encontram-se sob o piso de casas construídas ou em construção no bairro Cajá. Moradores informam que os imóveis pertencem a famílias pobres e sem condições de pagar aluguel. Segundo eles, trilhos arrancados foram reutilizados em lajes e colunas de moradias. Alguns servem de passarela entre as casas."Todo dia passava trem de passageiro e de carga aqui em Caruaru, mas desmantelaram tudo e ficou essa bagunça, com casas em cima da linha e trilhos cobertos com asfalto, para as pistas de carro", declara Maria Júlia da Silva, 64 anos, moradora da cidade. "Nunca andei nas locomotivas, mas via as máquinas circulando perto da minha casa. Acho que as linhas deviam ser reativadas. Caruaru ficou um deserto sem os trens", diz.

Operador de máquinas aposentado, João Costa da Silva, 71, lamenta o desmonte da ferrovia. "Desativar as linhas foi a maior covardia com o povo, isso não era para estar se acabando desse jeito. Quando as cargas deixaram de ser transportadas por trem, que é um serviço mais barato, o preço de tudo subiu. Hoje, tem lugar que não se sabe mais onde ficava a linha", destaca João.

Na cidade de Bezerros, os trilhos próximos da estação estão parcialmente soterrados ou servem de estacionamento. Um trecho da linha, junto da ponte férrea sobre o Rio Ipojuca, está destruído e pendurado. "A estação é o patrimônio que sobrou em Bezerros, arrancaram muitos trilhos", diz o ferroviário aposentado Paulo Pedro da Silva, 66. Ele trabalhou por 21 anos e cinco meses para a RFFSA, na manutenção da via.

Paulo mora na antiga casa do chefe da estação, defronte ao prédio da esplanada. "Comprei da Rede Ferroviária, a empresa vendeu casa em várias cidades. Nunca esqueço essa parte da minha vida, toda vez que olho o prédio da estação, tenho recordações. Não progredi para uma função melhor, porém gostava do meu trabalho. Minha maior alegria seria a volta do trem, mas não tenho esperanças", afirma.link aqui