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A polícia do Vaticano flagrou uma festa com orgia gay regada a drogas nas dependências da cidade-estado.


O jornal italiano Il Fatto Quotidiano noticiou que a polícia do Vaticano flagrou uma festa com orgia gay regada a drogas nas dependências da cidade-estado. De acordo com as publicações, o Papa Francisco estaria furioso. O incidente, segundo a imprensa internacional, envolve oficiais de alto escalão do Vaticano e teria ocorrido no final de junho.

A polícia teria invadido o apartamento de um padre depois de reclamações dos vizinhos de um "comportamento estranho". O imóvel, segundo o jornal, é de propriedade da Congregação para a Doutrina da Fé, a mais antiga das nove congregações da cúria romana, um dos órgãos que faz parte da Santa Sé.

O organizador da festa seria Luigi Capozzi, de 50 anos, assessor do Cardeal Franceso Coccopalmerio, o presidente do Conselho Pontífice de Textos Legislativos. 

Capozzi teria sido preso e levado ao hospital para a retirada das drogas do organismo. Coccopalmerio é apontado ainda como um dos principais conselheiros do Papa, tendo ocupado o posto desde 2007 por indicação de Bento XVI.
link do artigo aqui

fuzil pendurado no pescoço do rei do pop Michael Jackson


Traficantes colocaram um aterrorizante adereço na estátua em homenagem a Michael Jackson no Morro Dona Marta, em Botafogo, segundo uma foto que circulou nas redes sociais ontem e que mostra um fuzil pendurado no pescoço do rei do pop. A Polícia informou em um comunicado que a fotografia foi tirada "por criminosos" que pertenciam a um grupo de um traficante detido em 27 de julho.

No comunicado, as autoridades afirmaram que os suspeitos foram identificados e que estão realizando uma ação para prendê-los, mas sem especificar a data da foto, tirada em plena luz do dia.

A estátua de bronze, instalada em uma laje da comunidade, foi inaugurada em 2010, um ano após a morte do cantor, que escolheu o local para filmar as cenas de seu videoclipe "They don't care about us", em 1996, acompanhado pelo grupo de percussão Olodum.

Fotografada por inúmeros turistas, esta estátua simbolizava a renovação dos morros, onde vive cerca de um quarto da população carioca. No momento de sua inauguração, dava-se início à política de pacificação das comunidade.

Mas um ano depois das Olimpíadas de 2016, o Rio se vê sacudido pelo forte aumento da violência, enquanto multiplicam os tiroteios durante as incursões policiais nas comunidades contra traficantes fortemente armados.

Escalada
Desde o início do ano, 97 policiais foram assassinados e balas perdidas deixam dezenas de vítimas, incluindo crianças. Em menos de 24 horas, foram três PMs mortos, entre os quais uma cabo reconhecida como policial durante um assalto e um soldado baleado em um patrulhamento.

Em 2017, o Estado teve um PM morto a cada dois dias. O número inclui mortos em serviço (21), em folga (56) e aposentados (20), todos vítimas de ações violentas. Nesse ritmo, caminha em direção à assombrosa marca de 200 casos em um ano -o maior número foi atingido em 1994, quando morreram 227 policiais. Essa matança de PMs no Rio chama mais a atenção se comparada a dados paulistas.

O Estado de São Paulo registrou 22 policiais militares mortos de folga ou em serviço no primeiro semestre deste ano, sendo que a PM paulista tem quase o dobro do efetivo do Rio -87 mil agentes, ante 45 mil- e mais que o dobro da população -45 milhões de habitantes, contra 17 milhões.

Já os homicídios após oposição a intervenção policial aumentaram 45% neste ano no Rio. Foram 551 mortes por policiais no primeiro semestre de 2017, ante 400 no mesmo período do ano passado.

Causas
No Rio, as causas das mortes de PMs são variadas. São alvejados em serviço, andam armados em folga e reagem a assaltos, são identificados como policiais, mesmo de folga ou já aposentados, e acabam assassinados em seguida. A série da estatística policial, iniciada em 1994, mostra que nada disso é novidade. No ano em que houve menos mortes desde então, em 2011, foram 108 casos. No entanto, agora, todos os fatores que levam à morte de policiais foram exacerbados com a crise econômica que deixa um rombo de R$ 21 bilhões nos cofres fluminenses e uma série de servidores e pensionistas com vencimentos atrasados. A quantidade de assassinatos explodiu em 2016, coincidindo com o mergulho do Rio em crise financeira de proporções inéditas -foi de 118, em 2015, para 147, em 2016.link do artigo aqui


Confira o que abre e o que fecha durante o São João no Recife

Forró


A véspera do feriado de São João, nesta sexta-feira (23), é ponto facultativo em todos os órgãos da administração direta e indireta da Prefeitura do Recife, com exceção dos serviços fundamentais. De acordo com a Câmara dos Dirigente Lojistas (CDL) da capital, o comércio funciona na sexta-feira (23), das 8h às 18h, mas fecha no sábado (24). No domingo (25), a ciclofaixa de Turismo e lazer vai receber os ciclistas normalmente. 

Na sexta-feira, as quatro Upinhas 24h (as unidades na Bomba do Hemetério, Morro da Conceição, Córrego do Jenipapo e Linha do Tiro) estarão abertas 24 horas para as pequenas urgências das áreas cadastradas. No entanto, as demais Unidades de Saúde da Família (USF), incluindo as Upinhas Dia, e Unidades Básicas Tradicionais fecham e só voltam a funcionar normalmente na segunda-feira (26). O Hospital Veterinário do Recife também fecha na sexta-feira e volta a abrir na segunda-feira para atendimento e marcação de consultas.link

Fachin pede inquérito contra sete pernambucanos


Ministro abre ação contra nove ministros do Governo Michel Temer, 29 senadores e 42 deputados federais, entre eles os presidentes das duas Casas

O ministro do Supremo Tribunal Federal Edson Fachin, relator do processo da Lava Jato, determinou a abertura de inquérito contra nove ministros do governo de Michel Temer, 29 senadores e 42 deputados federais, segundo informação do jornal "O Estado de S. Paulo".

Entre os que serão investigados estão ainda os presidentes das duas Casas Legislativas, Rodrigo Maia (DEM-RJ) e Eunício Oliveira (PMDB-CE). Segundo o jornal, também serão investigados no Supremo um ministro do Tribunal de Contas da União, três governadores e 24 outros políticos e autoridades.

Na relação de inquéritos, sete pernambucanos estão incluídos: os ministros Bruno Araújo (PSDB - Cidades) e Roberto Freire (PPS – Cultura), os senadores Fernando Bezerra Coelho (PSB e Humberto Costa (PT), os deputados Betinho Gomes (PSDB) e Jarbas Vasconcelos (PSDB) e o ex-prefeito do Cabo de Santo Agostinho Vado da Farmácia (sem partido).

Ainda segundo o "Estadão", os senadores Aécio Neves (MG), presidente do PSDB, e Romero Jucá (RR), presidente do PMDB, serão investigados em cinco inquéritos cada. Já o ex-presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), será investigado em quatro.

Dos ministros de Temer, foram citados Eliseu Padilha (PMDB), da Casa Civil, Moreira Franco (PMDB), da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Kassab (PSD), da Ciência e Tecnologia, Helder Barbalho (PMDB), da Integração Nacional, Aloysio Nunes (PSDB), das Relações Exteriores, Blairo Maggi (PP), da Agricultura, Bruno Araújo (PSDB), das Cidades, Roberto Freire (PPS), da Cultura, e Marcos Pereira (PRB), da Indústria, Comércio Exterior e Serviços. Destes, Padilha e Kassab responderão em duas investigações.

Estão citados ainda os governadores dos Estados de Alagoas, Renan Filho (PMDB), Rio Grande do Norte, Robinson Faria (PSD) e Acre, Tião Viana (PT).

O presidente Michel Temer é citado na lista, mas não há pedido de investigação contra ele, por ter "imunidade temporária". Por ser presidente, ele não pode ser investigado por crimes não relacionados ao mandato. Os ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff também não aparecem, por não terem prerrogativa de foro.

A lista é baseada na chamada "lista do Janot", mandada ao STF no dia 14 de março. Ao todo, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, enviou 83 pedidos de inquérito ao tribunal, com base nas delações dos 77 executivos da empreiteira Odebrecht. Fachin teria decidido a respeito dos pedidos no dia 4 de abril, de acordo com a assinatura eletrônica dos documentos.

O material permanece em segredo de Justiça. Além dos 83 inquéritos, a PGR (Procuradoria-Geral da República) solicitou 211 pedidos de declínio de competência ( envio de investigação para outras instâncias do Judiciário), além de 19 "providências" (para incluir trecho de delação da Odebrecht em inquérito já aberto, por exemplo) e 7 arquivamentos.

SIGILO

Segundo o jornal "Estado de S. Paulo", Fachin decidiu levantar o sigilo sobre os pedidos de inquérito.

"Percebe-se, nesse cenário, que a própria Constituição, em antecipado juízo de ponderação iluminado pelos ideais democráticos e republicanos, no campo dos atos jurisdicionais, prestigia o interesse público à informação", afirmou o ministro.

Na decisão, Fachin cita seu antecessor na relatoria da operação, Teori Zavascki, que chegou a liberar o sigilo de outras investigações. "Com esse pensamento, aliás, o saudoso ministro Teori Zavascki já determinou o levantamento do sigilo em autos de colaborações premiadas em diversas oportunidades."

...O QUE ACONTECE AGORA NO STF

1. No inquérito aberto, os investigadores juntam provas para saber se há indícios de autoria e materialidade dos crimes

2. Os procuradores podem apresentar denúncias ao fim de cada investigação ou pedir o arquivamento

3. No STF, a denúncia precisa ser analisada em colegiado. Quem decide casos de senadores, deputados federais e ministros é a Segunda Turma do Supremo (5 ministros). 

Já os presidentes da República, do Senado e da Câmara têm o caso analisado no plenário da corte, por todos os 11 ministros.

Veja a lista divulgada pelo Estado:

Pernambucanos

Bruno Araújo (PSDB) - Ministro das Cidades
Roberto Freire (PPS) - Ministro da Cultura
Fernando Bezerra Coelho (PSB) - Senador
Humberto Costa (PT) - Senador
Jarbas Vasconcelos (PMDB) - Deputado federal
Betinho Gomes (PSDB) - Deputado federal
Vado da Famárcia (sem partido), ex-prefeito do Cabo de Santo Agostinho

Demais:

Senador da República Romero Jucá Filho (PMDB-­RR)
Senador Aécio Neves da Cunha (PSDB­-MG)
Senador da República Renan Calheiros (PMDB­-AL)
Ministro da Casa Civil Eliseu Lemos Padilha (PMDB­-RS)
Ministro da Ciência e Tecnologia Gilberto Kassab (PSD-SP)
Deputado federal Paulinho da Força (SD-­SP)
Deputado federal Marco Maia (PT-­RS)
Deputado federal Carlos Zarattini (PT-­SP)
Deputado federal Rodrigo Maia (DEM­-RJ), presidente da Câmara Federal
Deputado federal João Carlos Bacelar (PR-­BA)
Deputado federal Milton Monti (PR­-SP)
Governador do Estado de Alagoas Renan Filho (PMDB)
Ministro da Secretaria-­Geral da Presidência da República Wellington Moreira Franco (PMDB)
Ministro das Relações Exteriores Aloysio Nunes Ferreira (PSDB)
Ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços Marcos Antônio Pereira (PRB)
Ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Blairo Borges Maggi (PP)
Ministro de Estado da Integração Nacional, Helder Barbalho (PMDB)
Senador da República Paulo Rocha (PT-­PA)
Senador da República Edison Lobão (PMDB­-PA)
Senador da República Cássio Cunha Lima (PSDB­-PB)
Senador da República Jorge Viana (PT-­AC)
Senadora da República Lidice da Mata (PSB­-BA)
Senador da República José Agripino Maia (DEM­-RN)
Senadora da República Marta Suplicy (PMDB­-SP)
Senador da República Ciro Nogueira (PP-­PI)
Senador da República Dalírio José Beber (PSDB­-SC)
Senador da República Ivo Cassol (PP-RO)
Senador Lindbergh Farias (PT-­RJ)
Senadora da República Vanessa Grazziotin (PCdoB-­AM)
Senadora da República Kátia Regina de Abreu (PMDB-­TO)
Senador da República Fernando Afonso Collor de Mello (PTC-­AL)
Senador da República José Serra (PSDB-­SP)
Senador da República Eduardo Braga (PMDB-­AM)
Senador Omar Aziz (PSD­-AM)
Senador da República Valdir Raupp (PMDB-RO)
Senador Eunício Oliveira (PMDB-­CE)
Senador da República Eduardo Amorim (PSDB­-SE)
Senadora Maria do Carmo Alves (DEM­-SE)
Senador da República Garibaldi Alves Filho (PMDB-­RN)
Senador da República Ricardo Ferraço (PSDB­-ES)
Deputado Federal José Carlos Aleluia (DEM­-BA)
Deputado Federal Daniel Almeida (PCdoB-­BA)
Deputado Federal Mário Negromonte Jr. (PP-­BA)
Deputado Federal Nelson Pellegrino (PT­-BA)
Deputado Federal Jutahy Júnior (PSDB­-BA)
Deputada Federal Maria do Rosário (PT-­RS)
Deputado Federal Felipe Maia (DEM-­RN)
Deputado Federal Ônix Lorenzoni (DEM­-RS)
Deputado Federal Vicente "Vicentinho" Paulo da Silva (PT-­SP)
Deputado Federal Arthur Oliveira Maia (PPS­-BA)
Deputada Federal Yeda Crusius (PSDB­-RS)
Deputado Federal Paulo Henrique Lustosa (PP-­CE)
Deputado Federal José Reinaldo (PSB­-MA) - por fatos de quando era governador do Maranhão
Deputado Federal João Paulo Papa (PSDB-­SP)
Deputado Federal Vander Loubet (PT-­MS)
Deputado Federal Rodrigo Garcia (DEM-­SP)
Deputado Federal Cacá Leão (PP-­BA)
Deputado Federal Celso Russomano (PRB-­SP)
Deputado Federal Dimas Fabiano Toledo (PP-­MG)
Deputado Federal Pedro Paulo (PMDB-­RJ)
Deputado federal Lúcio Vieira Lima (PDMB-­BA)
Deputado Federal Paes Landim (PTB-­PI)
Deputado Federal Daniel Vilela (PMDB-­GO)
Deputado Federal Alfredo Nascimento (PR­-AM)
Deputado Federal Zeca Dirceu (PT-­SP)
Deputado Federal Zeca do PT (PT­-MS)
Deputado Federal Vicente Cândido (PT-­SP)
Deputado Federal Júlio Lopes (PP­-RJ)
Deputado Federal Fábio Faria (PSD-­RN)
Deputado Federal Heráclito Fortes (PSB-­PI)
Deputado Federal Beto Mansur (PRB-­SP)
Deputado Federal Antônio Brito (PSD-­BA)
Deputado Federal Décio Lima (PT-­SC)
Deputado Federal Arlindo Chinaglia (PT-­SP)

Ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Vital do Rêgo Filho
Governador do Estado do Rio Grande do Norte Robinson Faria (PSD)
Governador do Estado do Acre Tião Viana (PT)
Prefeita Municipal de Mossoró/RN Rosalba Ciarlini (PP) - ex­-governadora do Estado
Valdemar da Costa Neto (PR)
Luís Alberto Maguito Vilela, ex-senador da República e prefeito municipal de Aparecida de Goiânia entre os anos de 2012 e 2014
Edvaldo Pereira de Brito, então candidato ao cargo de senador pela Bahia nas eleições 2010
Oswaldo Borges da Costa, ex­-presidente da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais/Codemig
Senador Antônio Anastasia (PSDB-­MG)
Cândido Vaccarezza (ex-­deputado federal PT)
Guido Mantega (ex-­ministro)
César Maia (DEM), vereador e ex­-prefeito do Rio de Janeiro e ex-­deputado federal
Paulo Bernardo da Silva, então ministro de Estado
Eduardo Paes (PMDB), ex-­prefeito do Rio de Janeiro
Ex-ministro José Dirceu
Deputada Estadual em Santa Catarina Ana Paula Lima (PT­-SC)
Márcio Toledo, arrecadador das campanhas da senadora Suplicy
Napoleão Bernardes, prefeito municipal de Blumenau (SC)
João Carlos Gonçalves Ribeiro, que então era secretário de Planejamento do Estado de Rondônia
Advogado Ulisses César Martins de Sousa, à época Procurador-­Geral do Estado do Maranhão
Rodrigo de Holanda Menezes Jucá, então candidato a vice­-governador de Roraima, filho de
Senadro Romero Jucá (PMDB-RR)
Paulo Vasconcelos, marqueteiro de Aécio
Eron Bezerra, marido da senadora Grazziotin
Moisés Pinto Gomes, marido da senadora Kátia Abreu, em nome de quem teria recebido os recursos
Humberto Kasper
Marco Arildo Prates da Cunha
José Feliciano.fonte




Pernambuco é selecionado para sediar penitenciária federal de segurança máxima

Uma equipe do Depen chegou a Pernambuco nesta segunda para vistoriar terrenos que atendam às necessidades da obra


O Departamento Penitenciário Nacional (Depen) informou nesta segunda-feira (10) que o Estado de Pernambuco foi selecionado para sediar uma penitenciária federal de segurança máxima. A construção de cinco desses complexos está prevista no Plano Nacional de Segurança, lançado em janeiro pelo governo federal.

A primeira unidade da federação escolhida foi o Rio Grande do Sul. As informações são da Agência Brasil. Por meio de nota, o Depen destacou que uma equipe do órgão, vinculado ao Ministério da Justiça e Segurança Pública e responsável pela gestão do sistema penitenciário, chegou a Pernambuco nesta segunda para vistoriar terrenos que atendam às necessidades da obra.

O Sistema Penitenciário Federal tem, atualmente, quatro unidades localizadas em duas capitais (Campo Grande e Porto Velho) e duas em cidades do interior (Catanduvas, no Paraná, e Mossoró, no Rio Grande do Norte). A quinta está sendo construída em Brasília.

"O objetivo dessas penitenciárias é oferecer aos Estados capacidade de isolamento de lideranças do crime organizado, conforme prevê a Lei de Execução Penal", ressaltou a nota do Depen.

A previsão é que sejam transferidos para esses locais presos condenados e provisórios, sujeitos ao Regime Disciplinar Diferenciado, líderes de organizações criminosas, detentos responsáveis pela prática reiterada de crimes violentos, de alta periculosidade e por atos de fugas ou grave indisciplina, além de réus colaboradores ou delatores premiados.fonte